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Aquilo que não pôde ser compreendido, escutado ou nomeado volta disfarçado de sintoma, de repetição, de ausência. Nossas dores de hoje, muitas vezes, são vozes antigas pedindo sentido.
A criança que fomos segue em nós, tentando se expressar no corpo, nos relacionamentos, nos silêncios.
Quando algo se repete sem explicação, talvez seja a história insistindo para ser ouvida de um novo jeito.
A escuta clínica é também um espaço onde a criança de ontem encontra, enfim, um lugar para dizer.
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