
Muitas vezes, a terapia começa como um desabafo: aquela necessidade urgente de colocar para fora o que está apertando o peito. Outras vezes, o que nos traz é o desejo de orientação, de que alguém nos diga o que fazer com a ansiedade ou com a falta de ânimo.
É bastante comum se chegar ao consultório dizendo: "Eu já sei por que sou assim, eu entendo meus traumas, mas continuo sofrendo igual".
Isso mostra que explicar a própria dor não basta. Muitas vezes tentamos resolver a vida como se fosse um problema de lógica. Mas a vida acontece no próprio viver: na mente, no corpo, nos encontros.
Na análise existencial você pode ir além da "teoria sobre si mesmo" para a experiência e sentido do seu viver. É a chance de encontrar firmeza para olhar sua própria história com clareza; relaxar do que pesa e perceber o que já está disponível em você.
É nesse movimento — entre o que é possível e o que se quer — que a dor pode ser superada, e o contentamento e a serenidade se tornam possíveis.
Isso faz sentido? 🗓️ Agende sua sessão: Fernando de Oliveira Pinto Filho
Psicólogo Clínico
CRP 05/82209
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