
Tem um tipo de “sim” que não nasce do desejo. Nasce do medo. Medo de desagradar, de decepcionar, de gerar conflito, de perder alguém. E, quando você percebe, está fazendo coisas que nem queria fazer, aceitando situações que te cansam e vivendo uma vida meio atravessada.
No começo, isso passa despercebido. Parece só ser alguém disponível, flexível, “de boa”. Mas, com o tempo, começa a pesar. Vem o cansaço, a irritação, uma sensação estranha de estar sempre cedendo. E, às vezes, até um certo ressentimento com o outro — mesmo que o outro nem saiba que você não queria estar ali.
O ponto é que limite não é sobre afastar pessoas. É sobre se manter presente sem se abandonar. Dizer “não” não é rejeitar o outro, é respeitar o que faz sentido para você naquele momento. Só que, para muita gente, isso nunca foi ensinado. Pelo contrário. Aprenderam que agradar é mais seguro do que se posicionar.
Na prática, a dificuldade de colocar limites aparece de formas sutis. Um “tanto faz” quando não é tanto faz. Um compromisso aceito no automático. Um incômodo engolido para evitar conversa. Pequenas concessões que vão se acumulando até virar algo maior.
Aprender a dizer não não é virar alguém rígido ou indiferente. É conseguir diferenciar o que é escolha do que é obrigação emocional. E isso nem sempre vem com conforto. Às vezes vem com culpa, com dúvida, com aquela sensação de estar fazendo algo errado.
Mas, aos poucos, algo muda.
Quando você começa a se escutar mais, suas relações também mudam. Ficam mais honestas, menos baseadas em expectativa e mais em escolha. Nem todo mundo vai gostar. E tudo bem.
Porque, no fim, não se trata só de dizer “não” para o outro.
Se trata de parar de dizer “sim” para aquilo que te afasta de você.
Quem sou eu?
Gustavo Fabbri de Deus Vieira
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Olá! Seja bem vindo(a)!
Sou Gustavo Fabbri, psicólogo clínico, e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), Uma abordagem baseada em evidências científicas que busca compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos.
Meu objetivo é oferecer um acompanhamento ético, individualizado e sem julgamentos, pautado na escuta, no acolhimento e na construção de uma relação terapêutica de confiança, respeitando a história, o tempo e as necessidades de cada pessoa.
Durante o acompanhamento, procuro compreender as particularidades de cada indivíduo, trabalhando de forma colaborativa na identificação de padrões de pensamentos e comportamentos que possam estar relacionados ao seu sofrimento. A partir disso, desenvolvemos estratégias e habilidades que favoreçam mudanças significativas, promovendo maior equilíbrio emocional, autonomia e qualidade de vida.
A psicoterapia é uma oportunidade de desenvolver o autoconhecimento, fortalecer a autoestima, aprender a lidar melhor com as emoções, superar dificuldades e construir relacionamento mais saudáveis.
Se sente que este é o momento de olhar com mais atenção para você, será um prazer te acompanhar nesse processo. Que tal dar esse passo?
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 80,00
/
50 minutos
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