
A sexualidade verdadeira não é corrida, nem check-list de desempenho.
Não é o cara que diz “sou bom”, nem quem te enche de promessas…
É aquele que entende o valor do imaginário, do comando certo, da palavra dita com calma, da pausa cheia de intenção.
Às vezes, é só um “vem cá” no momento certo.
Um “fica de joelhos” sussurrado no tom que desarma qualquer defesa.
Um olhar firme que te atravessa e te convida pra outro mundo — sem precisar encostar, sem pedir licença pro teu desejo.
O efeito não tá no tanto que ele faz,
mas no quanto ele consegue acionar o que já existe em você.
Tem homens que só ficam excitados com a própria imagem —
acham que sexo é palco,
que prazer feminino é troféu pra exibir,
que tua excitação é apenas mais um indicador de performance.
Mas o que realmente faz diferença…
é aquele que se entrega ao momento,
que se excita porque te vê entregue,
que sente prazer no teu prazer,
e que entende que às vezes o maior “feito” é só reconhecer o poder do próprio imaginário.
Não é sobre quantidade, nem sobre currículos de pegada.
É sobre construir junto, provocar junto,
e gozar — no corpo, na mente, no verbo —
com quem entende que cada mulher é um universo,
e não uma máquina de múltiplos orgasmos.
—
“No fim, o melhor sexo é o que não cabe em tutorial,
não pode ser contado, nem comparado.
É o que te faz lembrar de um comando simples,
de uma ordem inesperada,
de uma entrega silenciosa —
e do poder de estar, de verdade, presente.”





