
A dor pode tocar sua história. Ela não precisa escrever o próximo capítulo.
Quem escreve esse capítulo são as escolhas que você faz diante dela.
21 jul 2026
Tamiris Cristina Alvarenga
Ouça esse artigo usando o player acima.
-
Texto em 4 linhas
-
Texto em 4 linhas
-
Texto em 4 linhas
-
Texto em 4 linhas

Você já percebeu que nem sempre é o desconforto que mais machuca?
Às vezes, o que aumenta o sofrimento é a luta constante para que a realidade seja diferente do que ela é.
Sentimos tristeza porque algo foi perdido.
Ansiedade porque queremos controlar o futuro.
Raiva porque fomos feridos, injustiçados ou porque percebemos que não temos o controle da situação.
Frustração porque a vida não corresponde às expectativas que criamos.
Essas emoções são humanas. Elas não são o problema.
O problema começa quando permitimos que elas decidam por nós.
Quanto mais tentamos fugir do desconforto, controlar tudo ou eliminar qualquer dor, mais nos afastamos da possibilidade de viver de acordo com aquilo que realmente importa.
Viktor Frankl nos lembra que existe um espaço entre o que acontece e a nossa resposta. É nesse espaço que mora a liberdade.
Talvez a pergunta mais importante não seja:
“Como faço para deixar de sentir isso?”
Mas sim:
“Quem eu escolho ser, mesmo sentindo isso?”
Porque a maturidade não nasce quando a dor desaparece.
Ela nasce quando nossas escolhas deixam de ser guiadas apenas pelas emoções e passam a ser guiadas pelos nossos valores.
O desconforto faz parte da vida.
A postura diante dele pode transformar a forma como você vive.
“A dor bate à porta. O sofrimento decide ficar quando entregamos a ele o comando das nossas escolhas. Você não controla tudo o que sente. Mas pode escolher quem será enquanto sente.”
#psicoterapia #psicologia #humanity #terapiaonline
Quem sou eu?

Taciana Dantas Nunes Gomes
CRP:

13/11698
Atendimento:
Online
Sou psicóloga, pós-graduada em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e atualmente pós-graduanda em Reabilitação Cognitiva. Minha prática clínica é fundamentada na Análise do Comportamento e também utiliza princípios da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), sempre considerando as necessidades e particularidades de cada pessoa.
Atualmente, meus atendimentos psicológicos são realizados de forma online, com foco especialmente em mulheres adultas que estão em processo de investigação diagnóstica para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou que já possuem o diagnóstico.
O acompanhamento busca proporcionar um espaço de escuta, compreensão e desenvolvimento de estratégias que façam sentido para a realidade de cada mulher. Podem ser trabalhadas questões relacionadas à compreensão do próprio funcionamento, regulação emocional, flexibilidade, habilidades sociais, relacionamentos, organização da rotina, autonomia e manejo das demandas do cotidiano.
Para mulheres que estão buscando compreender possíveis características relacionadas ao autismo, o acompanhamento também pode auxiliar na organização dessas experiências e na identificação da necessidade de uma avaliação diagnóstica especializada, quando indicada.
Além da psicoterapia, possuo ampla experiência no atendimento ao público infantil, especialmente no acompanhamento de crianças com demandas relacionadas ao desenvolvimento e ao neurodesenvolvimento. A partir dessa experiência, também ofereço orientação parental, auxiliando mães, pais e responsáveis na compreensão dos comportamentos da criança e na construção de estratégias mais funcionais para as dificuldades vivenciadas no cotidiano familiar.
Também estou disponível para supervisão e discussão de casos clínicos, contribuindo com profissionais que buscam apoio na análise de casos, definição de objetivos terapêuticos, planejamento de intervenções e acompanhamento da evolução clínica.
Meu trabalho busca unir ciência, ética, individualização e acolhimento, oferecendo intervenções baseadas em evidências e respeitando a história, as necessidades e os objetivos de cada pessoa e família acompanhada.
Valor da Sessão / Tempo de duração


