
A Exaustão Materna
Ser mãe é uma experiência única, repleta de momentos de felicidade e realização. Mas, junto com essas alegrias, muitas vezes vem a...
27 feb 2025
Thaina Lima Pinheiro Teixeira
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Ser mãe é uma experiência única, repleta de momentos de felicidade e realização. Mas, junto com essas alegrias, muitas vezes vem a exaustão. O cansaço físico, emocional e psicológico pode se acumular, e muitas mães se sentem sobrecarregadas, como se o peso de cuidar de tudo estivesse apenas sobre seus ombros.
Mas, o que acontece quando esse cansaço vai além do esperado e se torna uma exaustão profunda? E mais importante, o que você pode fazer para começar a cuidar de si mesma, antes que a exaustão se torne algo insustentável?

O que é a exaustão materna?
A exaustão materna é mais do que apenas estar cansada no final do dia. Ela é um desgaste contínuo, tanto físico quanto emocional, que pode afetar sua saúde mental, sua autoestima e até seu relacionamento com seu filho e com outras pessoas ao seu redor.
As demandas do dia a dia, a falta de descanso adequado, a pressão para ser uma "mãe perfeita" e a sensação de não poder contar com apoio suficiente criam um ciclo de exaustão. Muitas mães chegam a se sentir invisíveis, como se suas necessidades fossem constantemente negligenciadas.
Os sinais da exaustão materna:
Fadiga extrema, mesmo após dormir
Sentimentos de culpa e frustração, por não conseguir "dar conta de tudo"
Irritabilidade ou falta de paciência com o bebê ou com as pessoas ao seu redor
Sensação de sobrecarga e incapacidade de delegar tarefas
Perda de interesse em coisas que você costumava gostar
Esses são sinais de que o cansaço está se transformando em exaustão, e é fundamental reconhecer esses sinais antes que se tornem algo mais sério, como o burnout.
Como começar a tratar a exaustão materna?
Reconheça o problema: O primeiro passo é entender que a exaustão materna não é algo que você deve enfrentar sozinha. Aceitar que você precisa de ajuda é um ato de autocuidado.
Peça ajuda: Delegue tarefas, busque apoio do parceiro, familiares ou amigos. Você não precisa ser supermãe o tempo inteiro.
Estabeleça limites: Aprenda a dizer "não" quando necessário. Não se sobrecarregue tentando agradar a todos. Priorize suas necessidades e bem-estar.
Descanse de forma eficaz: Não basta apenas dormir, mas descansar de verdade. Isso significa tirar um tempo para si mesma, sem sentir culpa. Se possível, tire uma pausa para fazer algo que te recarregue, como um banho relaxante, leitura ou até uma caminhada.
Busque apoio emocional: Conversar com um psicólogo obstétrico ou participar de grupos de apoio pode ser uma forma eficaz de aliviar a pressão emocional e encontrar soluções para a sobrecarga.
O cansaço vai acontecer, isso é normal. Mas, quando ele se torna uma exaustão crônica, você precisa agir para se cuidar. A maternidade exige muito de você, mas você não pode dar o melhor de si para seu filho e para a sua família se não estiver bem com você mesma.
O que você pode fazer agora?
Dê o primeiro passo para cuidar de si mesma. Respeite seus limites, busque ajuda quando necessário e não tenha vergonha de dizer que está cansada.
A sobrecarga materna não precisa ser o seu destino.
Se você está enfrentando dificuldades emocionais durante a maternidade, considere procurar o apoio de um profissional de saúde mental. Como psicóloga obstétrica, estou aqui para ajudar e apoiar você nessa jornada. Entre em contato para agendarmos uma consulta e conversarmos sobre como posso ajudar você a atravessar essa fase desafiadora.
Beijinhos da sua psi obstétrica,
Thainá Pinheiro - CRP 05/71767
Instagram: https://www.instagram.com/psi_thainapinheiro/
Meu perfil no Terappia: https://www.terappia.com.br/psi/thaina-lima-pinheiro
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Quem sou eu?

Taciana Dantas Nunes Gomes
CRP:

13/11698
Atendimento:
Online
Sou psicóloga, pós-graduada em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e atualmente pós-graduanda em Reabilitação Cognitiva. Minha prática clínica é fundamentada na Análise do Comportamento e também utiliza princípios da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), sempre considerando as necessidades e particularidades de cada pessoa.
Atualmente, meus atendimentos psicológicos são realizados de forma online, com foco especialmente em mulheres adultas que estão em processo de investigação diagnóstica para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou que já possuem o diagnóstico.
O acompanhamento busca proporcionar um espaço de escuta, compreensão e desenvolvimento de estratégias que façam sentido para a realidade de cada mulher. Podem ser trabalhadas questões relacionadas à compreensão do próprio funcionamento, regulação emocional, flexibilidade, habilidades sociais, relacionamentos, organização da rotina, autonomia e manejo das demandas do cotidiano.
Para mulheres que estão buscando compreender possíveis características relacionadas ao autismo, o acompanhamento também pode auxiliar na organização dessas experiências e na identificação da necessidade de uma avaliação diagnóstica especializada, quando indicada.
Além da psicoterapia, possuo ampla experiência no atendimento ao público infantil, especialmente no acompanhamento de crianças com demandas relacionadas ao desenvolvimento e ao neurodesenvolvimento. A partir dessa experiência, também ofereço orientação parental, auxiliando mães, pais e responsáveis na compreensão dos comportamentos da criança e na construção de estratégias mais funcionais para as dificuldades vivenciadas no cotidiano familiar.
Também estou disponível para supervisão e discussão de casos clínicos, contribuindo com profissionais que buscam apoio na análise de casos, definição de objetivos terapêuticos, planejamento de intervenções e acompanhamento da evolução clínica.
Meu trabalho busca unir ciência, ética, individualização e acolhimento, oferecendo intervenções baseadas em evidências e respeitando a história, as necessidades e os objetivos de cada pessoa e família acompanhada.
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