
Antes da abordagem, o vínculo
Quando alguém procura um psicólogo, é comum encontrar recomendações baseadas quase exclusivamente na
abordagem utilizada pelo profissional: TCC, psicanálise, psicologia analítica, gestalt, humanismo, entre tantas outras.
Conhecer a abordagem pode ser importante. Cada orientação possui seus pressupostos, métodos e formas diferentes de compreender o sofrimento humano. Mas será que ela deveria ser o principal critério para escolher um terapeuta?
Talvez seja mais importante, antes de tudo, observar quem está por trás daquela abordagem.
Um terapeuta pode seguir uma excelente linha teórica, mas isso não garante, por si só, que ele saiba escutar, acolher, respeitar os limites do paciente ou construir uma relação terapêutica baseada em confiança. Da mesma forma, diferentes abordagens podem produzir bons processos quando conduzidas por profissionais éticos, preparados e capazes de estabelecer um vínculo genuíno com quem procuram.
A qualidade da escuta importa. A empatia importa. A capacidade de não julgar, de respeitar o tempo do paciente e de compreender sua experiência antes de tentar interpretá-la também importa.
A psicoterapia acontece, em grande medida, na relação entre terapeuta e paciente. E essa relação precisa oferecer um espaço em que a pessoa possa se sentir segura para falar, questionar, discordar e apresentar aspectos de si que talvez não consiga mostrar em outros lugares. Por isso, talvez a pergunta não precise ser apenas: "Qual abordagem esse psicólogo utiliza?"
Também podemos perguntar: "Eu me sinto ouvido por esse profissional? Sinto que ele me respeita? Consigo estabelecer confiança com ele? Sua postura é ética e acolhedora?" A abordagem é importante mas ela é uma ferramenta, quem utiliza essa ferramenta também faz parte do processo.
No fim, mais do que encontrar a abordagem perfeita, talvez seja importante encontrar um profissional com quem seja possível construir um vínculo terapêutico de qualidade.
Quem sou eu?

Gabriel Olmedo Cantelli
CRP:

06/237519
Atendimento:
Online
Pode ser uma tarefa muito desgastante, repetitiva e, por vezes, limitante viver com esses sentimentos. O tempo passa e sentimos aquele aperto, aquele chamado sutil para dentro de nós mesmos, e o que vemos, neste reflexo, acaba se mostrando embaçado demais.
Passar por esse processo em silêncio pode, com o tempo, nos custar o nosso bem-estar, aquilo que somos ou até mesmo quem realmente queremos ser. Costumo dizer que o processo terapêutico se inicia antes mesmo da primeira sessão, com os sentimentos e atitudes que nos levam à busca de ajuda e autocompreensão.
Por isso, acredito que você deve ser vista(o) como um todo e de forma única, por meio de uma prática que ofereça presença e escuta para uma história que merece um cuidado exclusivo. Sou psicólogo com especialização em psicanálise e experiência em atendimentos clínicos e urgências em saúde mental; atuo através da análise do inconsciente, dos sonhos e dos aspectos mais profundos que orientam a forma como nos expressamos e lidamos com o mundo. Se tem uma coisa que a experiência me mostrou neste tempo é que nada se compara a uma prática desenvolvida, acima de tudo, com empatia, afinal de contas, tudo o que buscamos na vida é a dádiva de sermos ouvidos em profundidade e originalidade.
Aliado a isso, compreendo que o domínio das técnicas e a atualização profissional seguem como formas de compreendermos o mundo atual em suas novas formas de ser e viver.
Se você ficou com alguma dúvida ou deseja dar esse passo em direção ao seu autocuidado me chame, ou fique à vontade para agendar sua consulta. Será um grande prazer recebê-la(o).
Valor da Sessão / Tempo de duração



