
É possível amar, sentir carinho e desejar continuar em um relacionamento e, ainda assim, perceber que a vontade de fazer sexo diminuiu.
E isso costuma gerar muitas dúvidas:
“Será que deixei de sentir atração?”
“Tem alguma coisa errada comigo?”
“Por que antes eu tinha mais vontade?”
O desejo sexual feminino não funciona como um botão que simplesmente está ligado ou desligado.
Ele pode ser influenciado por diversos fatores: estresse, cansaço, ansiedade, rotina, maternidade, alterações hormonais, medicamentos, autoestima, conflitos no relacionamento, qualidade das experiências sexuais e sobrecarga mental, entre outros.
Também é importante saber que nem todo desejo começa espontaneamente.
Para algumas mulheres, a vontade aparece depois de proximidade, carinho, conversa, relaxamento ou do início de uma experiência prazerosa. É o chamado desejo responsivo.
Por isso, esperar sentir uma vontade intensa “do nada” pode fazer algumas mulheres acreditarem que perderam a libido quando, na verdade, talvez seja necessário compreender em quais condições o desejo delas costuma aparecer.
Uma pergunta diferente pode ajudar:
Em vez de apenas perguntar “Por que eu não tenho vontade?”, experimente observar:
“O que aproxima e o que afasta meu corpo do desejo?”
Sono, privacidade, segurança, conexão emocional, divisão de responsabilidades, toque, comunicação, preocupações, pressão para fazer sexo… tudo isso pode fazer parte da resposta.
Quando a mudança no desejo provoca sofrimento, investigar seus possíveis fatores (psicológicos, relacionais e também físicos) é mais útil do que concluir que existe algo errado com você ou com a relação.
A psicoterapia e a sexologia podem ajudar a compreender essa experiência, melhorar a comunicação sobre sexualidade e construir uma relação mais consciente com o próprio desejo.
Para refletir:
Em quais momentos você percebe que fica mais próxima do seu desejo e o que costuma afastá-la dele?
Sou Ana Oliveira, psicóloga clínica e sexóloga, e realizo atendimento psicológico online exclusivamente para mulheres, no Brasil e brasileiras que vivem no exterior.
Quem sou eu?

Arthur Reolon da Gama Telles
CRP:

07/46126
Atendimento:
Online
Olá, Me chamo Arthur, minha abordagem terapêutica tem como base a teoria psicanalítica. Prezo por um ambiente sigiloso, seguro e acolhedor, onde seus sofrimento será ouvido. A psicanálise conduz o sujeito a encontrar novas formas de se relacionar com seu sofrimento e a desenvolver novas formas de superar conflitos e dificuldades. Tenho experiência na escuta de pessoas em situação de vulnerabilidade social, idosos, adultos e adolescentes. Acredito que o saber sobre suas próprias questões reside em cada um de nós, o terapeuta está ali como um facilitador que permite que esse saber transforme a sua vida, permitindo lidar com as angústias que recaem sobre todos os seres humanos em um mundo tão complexo e conflituoso como o nosso.
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 80,00
/
50 minutos
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