
🩶Essa dor é real.
E sim, ela faz parte de um processo.
🩶O luto não é simples, não é linear e nunca é igual para todos. Ele chega sem pedir licença e colore os dias com tons que nem sempre sabemos nomear. Ressignificar não significa esquecer, nem seguir como se nada tivesse acontecido. Significa aprender, aos poucos, a viver com a ausência sem negar o amor que permanece.
🩶No Natal, essa dor costuma ficar mais evidente.
Vai faltar o presente, a presença, o lugar ocupado à mesa. Vai haver um espaço vazio que ninguém substitui. A ausência aperta o peito, a saudade dói fundo… e o silêncio grita.
🩶Mas, junto dessa dor, o amor continua ali.
Presente em cada lembrança, em cada gesto repetido, em cada história que insiste em viver dentro de nós. O amor não acaba com a morte. Ele muda de forma. Passa a existir na memória, na saudade, nas lágrimas e até nos sorrisos que surgem sem pedir permissão.
🩶Permita-se sentir.
Chorar, lembrar, silenciar, se recolher. Não existe um jeito certo de viver o luto, existe o seu jeito. E respeitar esse tempo é um ato de cuidado consigo mesmo.
🩶Que neste Natal, mesmo com o coração apertado, você se autorize a honrar quem partiu, acolher sua dor e reconhecer que o amor esse segue presente todos os dias. Mesmo na ausência. Mesmo no vazio. Mesmo na saudade.





