
O luto é a experiência da perda. Essa perda pode ser de uma pessoa amada que partiu, de um modo de viver que não existe mais, de um relacionamento que chegou ao fim ou de um ciclo que se encerrou. Em algum momento da vida, todos nós passamos por uma perda. Mas como você lida com ela?
Durante esse processo, é comum que a pessoa enlutada se volte para dentro e perca o interesse pelo mundo externo. Algo que antes recebia seu afeto, sua energia e seu tempo deixou de existir. Por isso, muitas vezes surgem a vontade de se isolar, a dificuldade de socializar e a falta de motivação para realizar atividades cotidianas. No entanto, à medida que o luto é vivido, elaborado e compartilhado, o desejo de investir novamente na vida reaparece, permitindo que o sujeito volte a cuidar de si e dos outros.
Mas o que acontece quando a tristeza da perda não é sentida? Vivemos em uma sociedade em que “tempo é dinheiro”, e estar de luto — estar triste e se afastar temporariamente das atividades exigidas pelo trabalho, pela escola ou pela faculdade — muitas vezes é visto como um problema. Somos constantemente incentivados a reprimir nossas emoções para não comprometer a produtividade. Vendem-nos a ideia de que não temos tempo para sentir, de que é preciso otimizar cada minuto.
Será que realmente funciona reprimir os sentimentos? Essa ideia pode parecer tentadora, já que lidar com emoções dolorosas não é fácil, mas não é possível fugir de si mesmo. Quando não damos espaço para a dor, ela retorna de outras formas: em sonhos, insonia, tensão musucular, crises de ansiedade, melancolia, desmotivação etc. Mais cedo ou mais tarde, somos chamados a encarar o que sentimos. O luto não vivido pode deixar marcas ainda mais profundas.
A psicoterapia surge justamente como um espaço seguro para esse encontro consigo mesmo, mediado por um psicólogo. Ali, é possível sentir as perdas, expressar o lamento, refletir sobre a dor e, pouco a pouco, reconstruir caminhos para seguir adiante.
Geovanna Moreira Bastos - CRP 01/30116
Meu perfil no Terappia: www.terappia.com.br/psi/Geovanna-Moreira-Bastos
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Quem sou eu?

Larissa Fernanda de Oliveira
CRP:

04/87098
Atendimento:
Online
Olá! Sou Larissa, psicóloga, e acredito que a terapia pode ser um espaço de acolhimento, escuta e construção de novos caminhos, onde você possa falar sobre o que sente sem julgamentos e no seu próprio ritmo.
Atendo adolescentes, adultos e idosos, respeitando a história, as necessidades e o momento de vida de cada pessoa. Meu trabalho é baseado na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem que busca compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos e, a partir disso, desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com diferentes situações.
A terapia pode ser um espaço importante para quem está enfrentando ansiedade, baixa autoestima, inseguranças, dificuldades nos relacionamentos, mudanças importantes na vida, sobrecarga emocional, dificuldades para lidar com sentimentos, problemas de adaptação, momentos de crise ou simplesmente sente que precisa de um espaço para se compreender melhor.
Ao longo do processo, vamos olhar para aquilo que está acontecendo hoje, compreender padrões que podem estar contribuindo para o seu sofrimento e construir, juntos, ferramentas para que você consiga lidar melhor com suas emoções e situações do cotidiano.
Meu objetivo é que você encontre na terapia um espaço seguro para se conhecer, desenvolver novas perspectivas e construir uma relação mais saudável consigo mesmo e com a própria vida.
Se você sente que está passando por um momento difícil ou que gostaria de cuidar mais de si, talvez este seja um bom momento para começar. Será um prazer te acompanhar nessa caminhada.
Valor da Sessão / Tempo de duração



