
Por que você é tão compreensiva com os outros e tão dura consigo mesma?
Quando a autocrítica deixa de ajudar e faz você sentir que nunca é boa o suficiente.
21 sept 2026
Ana Claudia de Oliveira
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Quando uma amiga erra, você provavelmente consegue pensar:
“Ela fez o que conseguiu naquele momento.”
Mas quando é você quem erra, talvez a conversa interna seja bem diferente:
“Eu deveria ter percebido.”
“Como consegui fazer isso?”
“Eu precisava ter feito melhor.”
“Todo mundo consegue, menos eu.”
Muitas mulheres aprenderam a acreditar que se cobrar é uma forma de melhorar. Como se diminuir a exigência significasse se acomodar.
Mas existe diferença entre reconhecer algo que precisa mudar e transformar cada erro em uma avaliação sobre o próprio valor.
A autocrítica excessiva pode fazer com que conquistas pareçam insuficientes, pequenos erros ganhem proporções enormes e a comparação com outras pessoas se torne constante.
Experimente observar uma situação recente em que você se criticou e se perguntar:
“Eu falaria dessa maneira com uma pessoa que amo se ela estivesse passando pela mesma situação?”
Se a resposta for não, vale uma segunda pergunta:
“Como posso reconhecer minha responsabilidade sem me atacar?”
Autocompaixão não significa ignorar erros, justificar tudo ou deixar de buscar mudanças. É aprender a olhar para as próprias dificuldades com mais equilíbrio e menos hostilidade.
Na psicoterapia, podemos identificar padrões de autocrítica, compreender de onde surgem essas exigências e desenvolver uma relação mais saudável consigo mesma.
Para refletir:
Se a maneira como você fala consigo mesma fosse uma relação, você se sentiria acolhida dentro dela?
Sou Ana Oliveira, psicóloga clínica e sexóloga, e realizo atendimentos psicológicos online exclusivamente para mulheres, no Brasil e brasileiras que vivem no exterior.
Quem sou eu?

Jane Fernandes Silva Souza
CRP:

04/84002
Atendimento:
Online
Sou psicóloga pós-graduada em Terapia de casais e pós-graduanda em Ciências da família. Atendo pacientes de forma individual e também casais. O meu trabalho é voltado para o acolhimento do ser humano usando uma escuta profunda e sem julgamentos.
Busco focar em seus maiores desafios sem desconsiderar suas vivências, experiências e origens, pois tudo isso faz parte de quem você é.
Valorizo o trabalho em conjunto, em parceria e respeito,pois acredito que essa é a melhor forma de se chegar a um objetivo real.
O meu maior propósito de trabalho é reconstruir vidas. E juntamente com o indivíduo ou casal construir um caminho onde possa se surpreender cada vez mais com sua evolução.
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