Cuidar para se cuidar
- Luiz Carlos Rodrigues
- 29 de jan.
- 1 min de leitura
Quando observamos aquilo que está ao nosso redor e que está presente no dia-a-dia, vemos um ambiente muito sem vida. Ou, quando ao menos paramos para observar, na correria do cotidiano na atualidade mal conseguimos observar os detalhes e aquilo que faz parte do nosso ambiente, aquilo que compõe o nosso cotidiano.
Nas grandes cidades deparamos com muito concreto, barulho, aparelhos eletrônicos, carros, etc. O ambiente tudo muito cinza. Em nossa casa não é muito diferente, aqueles que moram em apartamento é muito concreto, vidros, elevadores, eletrônicos e aço. Aqueles que moram em casa, ou tem uma área com terra, logo pensam em concretar para evitar a fadiga de ter que cuidar daquele espaço.
Na correria do cotidiano estamos mais desejosos por aquilo que não nos exigi o esforço de cuidar. E cada vez mais nos distanciamos daquilo que é vivo e faz parte do nosso cotidiano.
O cuidar se transformou em sinônimo de fadiga. Optamos pelo concreto e uma planta de plástico em nossos lares porque não demanda cuidar.
Você já parou para pensar a relação e benefícios para nós quando investimos energia e tempo no cuidado com uma planta, um animal doméstico, montar e dar manutenção em um jardim, plantar hortaliças.
Cuidar nos faz refletir sobre o autocuidado, nos faz desopilar da correria do cotidiano. Exemplo: Plantas em casa traz benefícios para o ambiente, ver uma planta brotando nos traz uma sensação gratificante.
Experimente ao menos cuidar de uma planta e quando estiver ali plantando-a ou regando, esteja ali, apenas ali, com a atenção plena voltada apenas para aquele momento.


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