
Vivemos em um mundo onde a imagem está muito presente em nosso cotidiano. Em vários momentos do dia, as mídias visuais nos bombardeiam com inúmeras imagens que moldam nossa percepção do mundo e, assim, inconscientemente, essas imagens se tornam um parâmetro para pensarmos quem somos ou não. É importante pararmos para refletir sobre como a cultura da imagem impacta nossa subjetividade, nossas emoções e a maneira como construímos nossa identidade na era moderna. A nossa noção de “eu” é formada pelo olhar do outro, o que faz com que as imagens ao nosso redor desempenhem um papel significativo nesse processo.
Na sociedade atual, a publicidade, o cinema, a televisão e as mídias sociais se tornaram plataformas poderosas para construir e disseminar imagens com o objetivo de cativar nossa atenção, moldar nossos interesses e desejos. A publicidade, por exemplo, se utiliza de símbolos que podem representar valores, desejos e estilos de vida. Seu propósito é nos persuadir e seduzir, criando em nossa percepção a ideia de que a verdadeira felicidade e realização pessoal podem ser alcançadas ao adquirirmos determinados produtos ou aderirmos a padrões estéticos específicos. Aplicativos como o Instagram – rede social onde os elementos visuais são privilegiados – podem moldar nossa percepção da realidade com a exposição perpétua à hiperespetacularização da vida e a obsessão pela máxima eficiência. Isso muitas vezes nos leva à ansiedade e ao medo do julgamento alheio em relação à nossa própria imagem e ritmo.
Assim, é importante cultivarmos uma consciência crítica sobre a cultura da imagem que nos cerca, questionando os valores e ideais transmitidos pelas mídias visuais e reconhecendo sua profunda influência em nossas emoções e subjetividade. Ao reconhecermos que as imagens são construídas e que a realidade abrange mais do que é retratado, podemos nos libertar das restrições impostas pela cultura visual e buscar uma experiência subjetiva mais autêntica e gratificante, que vá além das representações imagéticas.
Vale lembrar que é humano desejar ser belo, pertencer a um grupo, ser aceito e, por fim, ser amado. Também é humano o movimento pela diversificação das formas de ser, de se expressar e de elaborar conteúdos sobre si próprio, pois faz parte de quem somos buscar novas maneiras de nos narrar. As mídias visuais despertam interesse em pesquisadores que se dedicam ao estudo do rosto, essa espécie de superfície instigante, e sua relação com a subjetividade humana. Uma dica de leitura é o livro "O Instagram está padronizando os rostos?", escrito pela pesquisadora em comunicação Camila Cintra.
Quem sou eu?

Ana Clara Martins Domingos Oliveira
CRP:

04/87067
Atendimento:
Online
Um espaço para você se escutar, se compreender e cuidar de si.
Olá, sou Ana Clara Martins, psicóloga clínica, formada pela ESAMC Uberlândia, com atuação clínica e orientação psicanalítica.
Acredito que a psicoterapia pode ser um espaço de acolhimento e escuta, onde você não precisa ter todas as respostas e nem saber exatamente por onde começar. É um lugar para falar sobre aquilo que você sente, pensa e vive, com liberdade e sem julgamentos.
Ao longo da vida, podemos nos deparar com situações que despertam ansiedade, inseguranças, conflitos, dificuldades nos relacionamentos, estresse ou sentimentos que nem sempre conseguimos compreender. Em outros momentos, podemos simplesmente sentir o desejo de nos conhecer melhor e compreender por que algumas situações, emoções ou padrões continuam fazendo parte da nossa história.
É nesse espaço que a terapia pode fazer sentido.
Minha prática é orientada pela Psicanálise, a partir dos estudos de Freud, Lacan e Klein, buscando compreender cada pessoa em sua singularidade. Isso significa respeitar sua história, seu tempo, seus valores e a maneira única como você vivencia o mundo.
Acolho diferentes demandas, entre elas questões relacionadas à ansiedade, autoestima, autoconhecimento, inteligência emocional, desenvolvimento pessoal, relacionamentos, manejo do estresse, fortalecimento emocional, sexualidade, religião e espiritualidade, além de outras questões que possam surgir ao longo do processo.
Meu trabalho é pautado pela ética, escuta qualificada, acolhimento e cuidado individualizado. Não existe uma fórmula pronta para cada pessoa. O processo terapêutico é construído a partir daquilo que você traz e daquilo que, juntos, podemos compreender ao longo dos encontros.
Talvez você não precise ter tudo resolvido para começar.
A terapia pode ser um espaço para compreender melhor o que você sente, elaborar conflitos, olhar para sua própria história com mais cuidado e encontrar novas formas de se relacionar consigo mesma e com o mundo.
Se existe algo em você pedindo para ser escutado, esse pode ser um momento de começar.
Atendimento online para todo o Brasil e presencial em Uberlândia – MG.
Entre em contato e agende sua sessão.
Valor da Sessão / Tempo de duração



