
Tem gente que some da vida da gente… mas, às vezes, o pior sumiço é o nosso próprio.
Porque existe um tipo de abandono que não envolve malas na porta, mensagem visualizada ou alguém indo embora.
É aquele em que você continua ali — respirando, entregando trabalho, respondendo mensagem — mas não está de verdade.
É o abandono silencioso:
quando você se deixa por último, quando passa por cima do que sente, quando implora pro corpo aguentar só mais um pouquinho, quando faz vista grossa pro seu limite e finge que está tudo bem.
É quando você se exige como se fosse uma máquina, mas se cuida como se fosse descartável.
E o mais cruel?
Esse tipo de abandono não acontece de uma vez.
Ele vem em migalhas:
um “depois eu descanso”,
um “não é tão importante assim”,
um “deixa pra lá, tem gente pior”.
Até que você percebe que virou especialista em atender o mundo e analfabeto em atender a si mesmo.
Reconhecer esse abandono é um ato imenso de coragem.
Porque cuidar de si não é mimo.
É manutenção.
É sobrevivência.
É resistência afetiva.
Talvez você não consiga mudar tudo hoje, mas pode começar com um gesto mínimo — um cuidado, um limite, uma pausa.
É assim que a gente volta pra casa:
não de uma vez, mas passo a passo.
Você merece a própria presença.
E merece agora, não só quando “der tempo”.
Quem sou eu?

Pauline Carla de Freitas
CRP:

06/202863
Atendimento:
Online
Meu compromisso é proporcionar um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos, para que cada pessoa possa se sentir à vontade para compartilhar suas experiências, compreender suas emoções e construir caminhos mais alinhados aos seus valores e objetivos de vida.
Meu trabalho é fundamentado na Análise do Comportamento e na Terapia Analítica Funcional (FAP), abordagens baseadas em evidências científicas que auxiliam no tratamento de diversas demandas emocionais e psicológicas, como ansiedade, depressão, Transtorno do Espectro Autista (TEA), dificuldades nos relacionamentos, entre outras.
Tenho especial interesse e experiência no atendimento de mulheres e de pessoas que desejam compreender e transformar seus padrões relacionais, fortalecendo vínculos mais saudáveis consigo mesmas e com os outros.
Também atuo de forma sensível e comprometida com questões relacionadas aos impactos psicossociais do racismo e da LGBTQIAPN+fobia, reconhecendo como essas experiências podem afetar a saúde mental e a qualidade de vida. Acredito que a terapia pode ser um espaço de acolhimento, fortalecimento e construção de novas possibilidades, respeitando a história, a identidade e a singularidade de cada pessoa.
Ofereço atendimento psicológico online para adultos do Brasil e exterior, além de consultas presenciais em São Bernardo do Campo (SP).
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