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O desejo nos move, mas nem sempre sabemos nomeá-lo.
Às vezes, ele aparece no vazio, na angústia, no incômodo.
Criar é uma forma de escutar esse desejo.
É dar forma ao que nos atravessa, mesmo sem entender tudo.
Toda criação carrega algo de quem somos… E de tudo aquilo que ainda estamos descobrindo.
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