
É comum que, após algumas sessões de terapia, o paciente sinta vontade de interromper o processo. A terapia não é um caminho fácil: ela mexe em pontos profudos, exige abertura e, muitas vezes, confronto com dores antigas. E é natural que surja a tentação de parar.
Mas é importante lembrar que as mudanças que buscamos não acontecem de forma repentina. Levamos anos para desenvolver padrões de comportamento e crenças sobre nós mesmos. Por isso, o trabalho terapêutico é minucioso e requer tempo, paciencia e investimento pessoal em se dedicar.
Ainda sim, a decisão de parar sempre deve ser respeitada. Ao sinalizar essa vontade ao psicólogo, é possível que o processo de alta seja mais programando e, muitas vezes, mais significativo.
Afinal, a terapia também é sobre aprender a se posicionar, a comunicar necessidades e a construir finais que façam sentido.





