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E quando dá vontade de interromper a terapia?

18 de set. de 2025

Sophia Pereira de Faria

Psicoterapia
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É comum que, após algumas sessões de terapia, o paciente sinta vontade de interromper o processo. A terapia não é um caminho fácil: ela mexe em pontos profudos, exige abertura e, muitas vezes, confronto com dores antigas. E é natural que surja a tentação de parar.

 

Mas é importante lembrar que as mudanças que buscamos não acontecem de forma repentina. Levamos anos para desenvolver padrões de comportamento e crenças sobre nós mesmos. Por isso, o trabalho terapêutico é minucioso e requer tempo, paciencia e investimento pessoal em se dedicar.

 

Ainda sim, a decisão de parar sempre deve ser respeitada. Ao sinalizar essa vontade ao psicólogo, é possível que o processo de alta seja mais programando e, muitas vezes, mais significativo.

 

Afinal, a terapia também é sobre aprender a se posicionar, a comunicar necessidades e a construir finais que façam sentido.

 

 

 

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