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ELEVEN: IDENTIDADE EMOCIONAL

A força da reconstrução

8 de jan. de 2026

Daniela Galheigo Haubrich Jungstedt

Saúde mental
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Eleven, de Stranger Things, é um retrato sensível de uma infância marcada por trauma, isolamento e busca por identidade. Sua jornada psicológica revela como o afeto, a liberdade e os vínculos seguros são fundamentais para o desenvolvimento emocional.

Sua infância foi marcada por privação emocional

 

Desde pequena, Eleven (ou Jane) foi submetida a um ambiente de controle extremo, onde era tratada como experimento. Isso comprometeu seu desenvolvimento emocional e social, privando-a de experiências básicas de afeto, segurança e autonomia.

- Ela não teve espaço para errar, brincar ou explorar o mundo com liberdade.
- Cresceu com medo, vigilância constante e exigência de desempenho — o que moldou sua forma de se relacionar com o mundo.

 

Vínculos intensos e medo de abandono


Ao sair do laboratório, Eleven encontra nos amigos — especialmente Mike — uma nova referência de afeto.
- Ela desenvolve vínculos intensos, muitas vezes com medo de perdê-los, o que é comum em pessoas que não tiveram apego seguro na infância.
- Sua necessidade de pertencimento é profunda, e ela se sente valorizada quando é útil ou quando protege os outros.

Identidade em construção


A pergunta “quem sou eu?” é central na trajetória de Eleven.
- Ela precisa desconstruir a ideia de que é apenas uma arma ou um experimento.
- Sua identidade vai se formando a partir das relações que constrói, das escolhas que faz e da liberdade que conquista.

Resiliência e crescimento emocional


Apesar de tudo, Eleven demonstra enorme capacidade de resiliência.
- Aprende a confiar, a amar e a se posicionar.
- Sua trajetória mostra que, mesmo após traumas profundos, é possível reconstruir-se com apoio, afeto e tempo.

 

Reflexão Final

A história de Eleven nos lembra que ninguém nasce pronto — somos moldados pelas experiências, mas também pelas escolhas e pelos vínculos que cultivamos.

 

Sua jornada é um convite à empatia com quem carrega feridas invisíveis e à valorização do cuidado emocional como base para o florescimento humano.

Fez sentido! Faça terapia, ela é uma excelente ferramenta!

 

 

 

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