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Enquanto você tentar salvar o que te afunda, o ciclo continua.

4 de nov. de 2025

Sarah Correia Barbosa

Autoconhecimento
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Às vezes, a gente volta não porque quer, mas porque o familiar parece mais seguro do que o novo. Volta porque a ausência dói, porque o vazio assusta, porque o cérebro prefere o conhecido,mesmo que doa, ao incerto que pode libertar.
Mas cada vez que a gente retorna a um ciclo que já mostrou quem é, algo dentro de nós se silencia um pouco. A intuição que antes gritava começa a sussurrar. A esperança vira justificativa.
E é nesse movimento sutil que a repetição se instala: quando o afeto confunde o apego, e o costume se disfarça de amor.

Romper ciclos não é sobre força, é sobre consciência.
É sobre perceber o ponto em que a dor deixou de ser exceção e virou rotina.
É sobre escolher não voltar, mesmo que o coração ainda insista.

Talvez o primeiro passo não seja “deixar de sentir”, mas entender o que te faz permanecer.

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