
Para Winnicott, todos os bebês possuem uma tendência para o amadurecimento, contudo o autor propõe que aconteçam ambientes facilitadores, esse ambiente que vai propiciar que a criança possa iniciar seu processo de aprendizagem e desenvolvimento. Se o ambiente falhar em propiciar essa condição, existem possibilidades da criança não conseguir suportar o peso do auto desenvolvimento, por consequência adoecendo psicologicamente durante o processo.
Contudo, não só a criança adoece durante esse processo, a mãe excessivamente boa não não suportará essa posição, fatigando-se excessivamente durante a criação e caso suporte essa posição, existe a possibilidade de desencadear sintomas outros.
Claro que,o pai também deve fazer parte da criação dessa criança, ofertando o máximo de apoio possivel, não se trata de colocar o cuidado, ensinamentos morais e educacionais do bebê ou da criança, única e exclusivamente da responsabilidade para a mulher.
Mas é extremamente importante que, tanto o pai quanto a mãe (que é o objeto de amor primário da criança) aceitar sua impotência para com o filho(a), para que estes sejam eles mesmos e com suas devidas imperfeições, que fazem parte de quem são. É aceitando essas imperfeições, propiciando esse ambiente facilitador, não excessivo, que se pode criar uma abertura para algo que vem desse sujeito, com tantas possibilidades de ser e estar no mundo.
As vezes é necessário deixar errar, para aprender.
Referências:
Meireles Costa Guimarães, D., (2013). A IGREJA COMO MÃE SUFICIENTEMENTE BOA À LUZ DOS CONCEITOS DE WINNICOTT. Interações, 8(13),187-203.[fecha de Consulta 31 de Mayo de 2026]. ISSN: 1809-8479. Recuperado de: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=313028475011
LOBO, Silvia. As condições de surgimento da Mãe Suficientemente Boa. Rev. bras. psicanál, São Paulo , v. 42, n. 4, p. 67-74, dez. 2008 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0486-641X2008000400009&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 31 maio 2026.





