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Nem todo vínculo é para ser mantido, embora tenhamos aprendido o contrário, especialmente quando se trata de família. Muitas relações permanecem não pelo afeto, mas pela culpa: pela sensação de dever, pelo medo de decepcionar, pela dificuldade de definir limites.
Mas culpa não é amor. Amor não exige que você se diminua, se cale ou se abandone ao saber do outro. Criar limites emocionais não é rejeitar o outro, é antes de tudo deixar de ser rejeitar.
Nem todo vínculo precisa ser rompido. Mas todo vínculo precisa ser saudável para continuar existindo.
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