
A todo momento estamos em contato com novas pessoas, perspectivas e sentimentos
Juntos, aqui temos várias histórias e nelas nos encontramos, decidimos ficar, decidimos partir
A vida parte desse princípio, o encontro dessas histórias, de suas contações e seus afetos
provados, degustados.
A vida parte da escolha de criar laços, ou nós, de desfazê-los, de co-criá-los.
A vida é invenção, a vida é partilha, emoção, é existência e resistência.
A vida é escolher ser uma força da natureza e encontrar a garra que habita em você, encontrar
o recolhimento, a introspecção, o florescer, a alegria, é pacificar em ti todas as estações.
A vida é escolher o sentido que se dá a ela, é escolher quem se é e o que quer, se reinventar.
A vida é sentir, A vida é acolher, recolher e expandir.
Muitas experiências e emoções são exploradas nessa passagem. Lutos, sorrisos, lágrimas e
tédio, abracem esses sentimentos, aprendam com eles, negar a dor é negar a felicidade
também.
Sabemos que a jornada pode parecer solitária às vezes, encontre em si um abrigo e seja
acalento para quem escolher partilhar esse tempo, teu amparo e graça estão em ti e nas
relações que cultivou.
Olhe para o lado e veja quem te cerca, veja o que lhe agrada e desagrada, veja o que coloca
em cada lugar por onde passa, mas veja-se, aprenda a aprender consigo e respeitar seus
movimentos, somos únicos e é aí que mora a graça.
Você tem o poder de construir o que quiser, de se reinventar e amar, passará a vida toda ao
seu lado, está em boa companhia? Veja-se, sente-se contigo e convide para um café.
A vida pode trazer muitas angústias, mas tenha certeza que com paciência obterá as respostas
que procura. Até lá, seja gentil!
Seja gentil com você, seja gentil com tuas dores, seja gentil com teu afetos.
Respeite os seus processos, serão muitos, se sentirá perdido muitas vezes, até o dia em que se
encontrará no próprio amor, no afeto do outro.
Se culpará por muitas coisas até perceber o quanto são bobas, até perceber a potência da
gentileza e do auto perdão, a sua própria potência.
Até perceber o que de fato faz sentido para você e a medida da sua importância na vida de
outros. Sim, você importa!
Mesmo que por vezes tentemos nos enganar acreditando sermos melhor sozinhos, em
verdade, somos seres interdependentes, precisamos do outro, não a título de carência, mas na
medida de transbordar o amor presente em nós.
Na medida de inventar realidades e ficções, de rir, chorar, extravasar.
É escolher deixar para trás, é escolher estar presente no presente.
É olhar para o outro e ver nele um universo, pois agora reconhece a existência do mundo que
habita em você, mundo esse que é feito não somente de gostos e desgostos, mas também de
sintonias, de dramas, de olhares, de jeitos e abraços, universos distantes e ao mesmo tempo
tão próximos.
O que escolhe viver agora te faz quem é, escolha com sabedoria os afetos que cultiva





