
Nem toda saudade é sinal de amor.
Muitas vezes, sentimos falta não da pessoa que se foi, mas das expectativas e da idealização que criamos sobre aquele relacionamento.
E, por comodismo ou medo de se expor ao novo, acabamos querendo voltar para lugares onde já estávamos sobrando. Porque, mesmo ruim, ainda é confortável. Familiar.
Mas cabe a você refletir: isso é o que você realmente quer ou apenas aquilo com que se acostumou?
Nós, enquanto seres humanos, conseguimos nos habituar a tudo, inclusive a contextos desfavoráveis.
Às vezes, não insistimos porque ainda amamos.
Insistimos porque aquilo nos é familiar.
A mente humana tende a revisitar padrões emocionais já conhecidos, mesmo quando geram sofrimento. Não porque sejam saudáveis, mas porque são reconhecíveis.
O desconhecido, muitas vezes, assusta mais do que aquilo que já aprendemos a suportar.
O familiar nem sempre é saudável: apenas conhecido.
Hoje, nas suas relações, você permanece porque deseja estar aí ou porque apenas se acostumou? 🤍





