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Traumas do abuso sexual na infância

O que aconteceu não ficou no passado, continua influenciando emoções, relações e a forma de se ver

25 de mar. de 2026

Betty Silva

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Saúde mental

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O abuso sexual na infância não termina quando o episódio acaba, ele continua presente na forma como a pessoa sente, pensa e se relaciona ao longo da vida, muitas vezes de maneira silenciosa. É comum que surjam dificuldades em confiar nas pessoas, vergonha do próprio corpo, culpa constante mesmo sem motivo claro, ansiedade em relações íntimas, confusão entre afeto e dor, além de uma autoestima fragilizada e padrões de relacionamentos que machucam. A criança que não pôde falar sobre o que viveu cresce, muitas vezes, como um adulto que não consegue compreender ou validar os próprios sentimentos. No entanto, é importante lembrar que o trauma não define quem a pessoa é, ele ajuda a explicar o que ela sente, e isso abre espaço para o cuidado. Com acolhimento, escuta qualificada e um ambiente seguro, é possível ressignificar essa dor, reconstruir a relação consigo, com o corpo e com o outro, e desenvolver uma vida mais leve, consciente e saudável.

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