top of page

A dor de não ser tudo e a beleza de ser aquilo que se é

Como a psicoterapia nos ajuda a acolher nossos desejos e a habitar o presente com mais consciência

15 de abr. de 2026

Maria Clara Moreira de Souza

00:00 / 01:04
Autoconhecimento

Ouça esse artigo usando o player acima.

  • Texto em 4 linhas

  • ​Texto em 4 linhas

  • ​Texto em 4 linhas

  • Texto em 4 linhas

image_edited.png
Terappia Logo

Sylvia Plath escreve

Não posso ser todas as pessoas que quero e viver todas as vidas que quero. Não posso desenvolver em mim todas as aptidões que quero. E por que eu quero? Quero viver e sentir as nuances, os tons e as variações das experiências físicas e mentais possíveis de minha existência.

 

Essa frase toca um ponto sensível: a dor de não poder ser tudo.

A vida que temos é uma só e, conforme caminhamos, precisamos escolher o que carregar e o que deixar para trás.

Flertamos com infinitas versões de nós mesmos e sofremos pelas vidas sonhadas, como se o que não vivemos fosse mais brilhante do que o que temos agora.

 

A terapia nos oferece um novo horizonte.

Nos ensina que a angústia de não ser 'todas as pessoas' só se amansa quando podemos olhar para o que falta e o que pulsa dentro de nós. Nos permite dar voz às múltiplas 'pessoas' que moram em nosso mundo interno. Podemos acolher nossos desejos, nossos lutos e nossas fantasias sem precisar que eles se tornem uma realidade concreta para que tenham valor.

 

O mergulho em si mesmo permite que cada parte nos mostre algo novo, sem a pressa de chegar a lugar nenhum.

É onde aprendemos que viver as nuances e tons da existência depende do quão conscientes e presentes estamos nesta única vida que nos pertence.

 

Você tem conseguido olhar para a vida que está vivendo?

Últimas publicações desse Terappeuta

bottom of page