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Aos 20 e poucos, onde você deveria estar?

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14 de ago. de 2026

Thaina Lima Pinheiro Teixeira

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Autoconhecimento

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Não foi isso que me prometeram que seriam os 20 e poucos anos

 

Me prometeram que seria a fase de viver. De experimentar. De errar sem tanto peso. De se descobrir sem pressa. A época em que você ainda não precisa ter tudo resolvido porque tem tempo, porque você está começando, porque é assim que funciona.

Só que ninguém avisou que ia mudar o roteiro.

 

A pressão que não estava no combinado

 

Hoje existe uma pressão que não existia antes ou que existia de outro jeito, em outra intensidade. Você olha para o lado e todo mundo parece estar construindo algo, crescendo, conquistando. As redes sociais mostram jovens de 23 anos com negócio próprio, apartamento, carreira consolidada. E você que está tentando só entender quem é, sente que está atrasada.

Que perdeu alguma coisa. Que deveria estar em outro lugar.

E ainda vem a conta que ninguém pediu para abrir: essa geração não vai ter casa. Não vai ter aposentadoria. Vai trabalhar mais e conquistar menos do que os que vieram antes. Essa narrativa entra de mansinho em conversas, em notícias, em comparações e vai adoecendo. Porque não é só sobre bens materiais. É sobre a sensação de que o futuro que te prometeram não existe mais. De que as regras do jogo mudaram no meio da partida, sem aviso.

 

A juventude que virou meta

 

Então você se cobra para crescer rápido, para se estabilizar logo, para não desperdiçar tempo, num momento da vida que deveria ter espaço para ser desperdiçado. Para o erro que ensina. Para a fase que não sabe onde vai dar. Para o processo de se tornar alguém sem a pressão de já ter chegado.

E aí a juventude vira mais uma coisa para administrar. Mais uma meta para cumprir. Mais uma fase para não errar.

É exaustivo. E é uma armadilha porque quanto mais você se cobra para crescer rápido, menos consegue habitar o processo. E o processo é exatamente onde o crescimento real acontece.

 

O que a psicologia diz sobre isso

 

Jung descrevia a primeira metade da vida como o tempo de construção da persona, de se estabelecer no mundo, de encontrar um lugar, de desenvolver uma identidade funcional. Mas esse processo tem um ritmo próprio. E quando o mundo externo acelera esse ritmo além do que é humano suportar, o que aparece não é amadurecimento. É adoecimento.

A ansiedade, a sensação de inadequação, o cansaço de uma geração que ainda está começando, esses não são sintomas de fraqueza individual. São respostas previsíveis a uma época que esqueceu de deixar os jovens serem jovens.

 

O que eu quero que você ouça

 

A pressão que você sente não é fraqueza sua. Não é falta de garra, não é geração mimada, não é incapacidade de lidar com a vida.

É o sintoma de um tempo que colocou sobre os ombros de quem está começando um peso que não era para estar lá.

Você não está atrasada. Você está tentando crescer num solo que ficou mais difícil. E isso é completamente diferente de não estar dando conta.

 

Se você está carregando esse peso e sente que precisa de um espaço para respirar dentro dele, para entender o que é pressão externa e o que é sua, para encontrar o seu ritmo dentro de tanto barulho, me encontre aqui abaixo.

Thainá

Quem sou eu?
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Julia da Costa Neves

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Online

Você merece se sentir bem consigo mesmo, compreender suas emoções e viver relações mais saudáveis.

E ás vezes, a ansiedade, as inseguranças e as dificuldades nos relacionamentos tornam a rotina mais pesada do que gostaríamos. Em meio a tantos sentimentos e cobranças, pode ser difícil entender o que está acontecendo e encontrar novas formas de lidar com tudo isso. Você não precisa enfrentar esse processo sozinho.

Sou Júlia Neves, psicóloga clínica, especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e pós-graduanda em Neurociência e Comportamento.

Meu trabalho é oferecer um espaço de escuta, acolhimento e desenvolvimento, no qual você possa falar sobre suas experiências sem julgamentos, compreender seus pensamentos e emoções e desenvolver estratégias para lidar com os desafios do dia a dia.

Acredito que a terapia é um processo de autoconhecimento e transformação, que permite construir novas perspectivas, fortalecer sua autonomia e desenvolver uma relação mais saudável consigo mesmo e com o mundo ao seu redor.

Dar o primeiro passo pode ser desafiador, mas você não precisa ter todas as respostas para começar. A terapia pode ser o início de uma nova forma de olhar para si e para a sua história.

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 60,00

/

50 minutos

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