
Talvez você seja o tipo de pessoa que diga “sim” quando queria dizer não. Talvez mude de opinião para evitar uma discussão. Talvez escolha suas roupas, seus planos, seus relacionamentos ou até a maneira de falar pensando primeiro em como aquilo será recebido.
Talvez você tenha dificuldade para estabelecer e impor limites.
Mas, em algum momento, você já pensou no que aconteceria se parasse de tentar agradar os outros?
Você poderia ter que lidar com a desaprovação, é claro. Mas o que vale mais? Uma falsa aprovação? Ou a liberdade de poder ser você?
Talvez você tenha aprendido que precisava ser assim para ter pertencimento. Não necessariamente por falta de autoestima ou por dependência emocional, mas porque, em algum momento, você aprendeu que, para pertencer, precisava se adaptar constantemente.
Mas quando você passa tanto tempo se adaptando, começa a perder contato consigo.
Pense: quanto de você ficou para trás enquanto tentava ser aquilo que os outros precisavam?
Parar de agradar não significa deixar de se importar com os outros.
Significa começar a reconhecer que a sua vontade também precisa existir dentro das relações.
Sua mente pode até lhe dizer:
“Vão ficar decepcionados comigo.”
“Vão pensar que sou egoísta.”
“Vão deixar de gostar de mim.”
“Vão embora.”
Mas, se alguém só consegue gostar de você quando você corresponde ao que essa pessoa espera, quanto dessa relação realmente permite que você exista?
Às vezes precisamos ceder, cuidar, negociar e considerar o outro.
A questão é se ainda existe espaço para você dentro dessas escolhas.
Não é sobre nunca mais agradar ninguém. Afinal, existem momentos em que fazemos algo por alguém que amamos justamente porque aquela pessoa importa para nós.
Talvez a questão seja perceber quando estamos escolhendo cuidar do outro e quando estamos abandonando a nós mesmos para não correr o risco de sermos rejeitados.
Se você tivesse certeza de que ninguém ficaria decepcionado, o que escolheria para a sua própria vida?
A terapia não é um lugar para aprender a se tornar indiferente ao que os outros sentem. Pode ser um lugar onde você comece a descobrir o que sente, o que deseja e quem é, antes de decidir o que fazer com as expectativas de todo mundo.
Elize Motta da Silva
Psicóloga | CRP 12/30279
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Quem sou eu?

Pedro Ivo de Oliveira Cardoso
CRP:

04/64389
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Presencial, Online
Olá! Sou Pedro, psicólogo clínico, e ofereço um espaço de escuta acolhedora, ética e sem julgamentos. Meu trabalho é inspirado pela abordagem existencial-fenomenológica, que busca compreender cada pessoa a partir de sua experiência singular, da forma como vivencia o mundo, suas relações, escolhas, angústias e possibilidades.
A terapia pode ser um momento para desacelerar, olhar com mais atenção para o que você está vivendo e construir novas formas de se relacionar consigo mesmo, com os outros e com a própria história. Não trabalho com respostas prontas ou fórmulas universais: acredito que o processo terapêutico se constrói a partir do encontro entre terapeuta e paciente, respeitando o tempo, a história e as possibilidades de cada pessoa.
Atendo adultos e adolescentes que estejam passando por momentos de sofrimento emocional, dificuldades nos relacionamentos, conflitos familiares, questões relacionadas ao trabalho, mudanças e transições de vida, entre outras situações que possam estar tornando a experiência de viver mais difícil.
Meu objetivo é oferecer um espaço em que você possa falar sobre aquilo que está vivendo com liberdade e segurança, buscando compreender sua experiência e encontrar, junto comigo, caminhos possíveis para lidar com ela.
Valor da Sessão / Tempo de duração



