
Cuidar para se cuidar
Quando observamos aquilo que está ao nosso redor e que está presente no dia-a-dia, vemos um ambiente muito sem vida. Ou, quando ao menos...
29 de jan. de 2025
Luiz Carlos Rodrigues
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Quando observamos aquilo que está ao nosso redor e que está presente no dia-a-dia, vemos um ambiente muito sem vida. Ou, quando ao menos paramos para observar, na correria do cotidiano na atualidade mal conseguimos observar os detalhes e aquilo que faz parte do nosso ambiente, aquilo que compõe o nosso cotidiano.
Nas grandes cidades deparamos com muito concreto, barulho, aparelhos eletrônicos, carros, etc. O ambiente tudo muito cinza. Em nossa casa não é muito diferente, aqueles que moram em apartamento é muito concreto, vidros, elevadores, eletrônicos e aço. Aqueles que moram em casa, ou tem uma área com terra, logo pensam em concretar para evitar a fadiga de ter que cuidar daquele espaço.
Na correria do cotidiano estamos mais desejosos por aquilo que não nos exigi o esforço de cuidar. E cada vez mais nos distanciamos daquilo que é vivo e faz parte do nosso cotidiano.
O cuidar se transformou em sinônimo de fadiga. Optamos pelo concreto e uma planta de plástico em nossos lares porque não demanda cuidar.
Você já parou para pensar a relação e benefícios para nós quando investimos energia e tempo no cuidado com uma planta, um animal doméstico, montar e dar manutenção em um jardim, plantar hortaliças.
Cuidar nos faz refletir sobre o autocuidado, nos faz desopilar da correria do cotidiano. Exemplo: Plantas em casa traz benefícios para o ambiente, ver uma planta brotando nos traz uma sensação gratificante.
Experimente ao menos cuidar de uma planta e quando estiver ali plantando-a ou regando, esteja ali, apenas ali, com a atenção plena voltada apenas para aquele momento.
Quem sou eu?

Arthur Reolon da Gama Telles
CRP:

07/46126
Atendimento:
Online
Olá, Me chamo Arthur, minha abordagem terapêutica tem como base a teoria psicanalítica. Prezo por um ambiente sigiloso, seguro e acolhedor, onde seus sofrimento será ouvido. A psicanálise conduz o sujeito a encontrar novas formas de se relacionar com seu sofrimento e a desenvolver novas formas de superar conflitos e dificuldades. Tenho experiência na escuta de pessoas em situação de vulnerabilidade social, idosos, adultos e adolescentes. Acredito que o saber sobre suas próprias questões reside em cada um de nós, o terapeuta está ali como um facilitador que permite que esse saber transforme a sua vida, permitindo lidar com as angústias que recaem sobre todos os seres humanos em um mundo tão complexo e conflituoso como o nosso.
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