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Faça isso para ajudar seu filho a enfrentar uma crise de ansiedade (Ou as situações da vida)...

Faça isso para ajudar seu filho a enfrentar uma crise de ansiedade (Ou as situações da vida)...

4 de mar. de 2026

Ricardo Rocha Silva

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Adolescência

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A crise de ansiedade é um momento desafiador para todas as pessoas e isso é um fato, porém, quando falamos de adolescentes, devemos levar em consideração que essas crises podem ocorrer com maior frequência. É na adolescência que todos os seres humanos lidam com a fase em que a tira do brincar para iniciar as responsabilidades da vida adulta e é nesta fase também em que os hormônios estão em maior período de ação, trazendo mudanças drásticas na vida de cada um. Como pais ou responsáveis, é necessário que estejamos atento às demandas dos nossos filhos, para que essa fase não seja também, uma fase de afastamento definitivo no lar (Adolescente tendem a se afastar dos pais na adolescência e se reaproximar na vida adulta). Para evitar essa situação, este artigo tem como objetivo auxiliar os pais a encontrarem formas de ajudar seus filhos em momentos de crises ou até mesmo de se mostrar presente nos momentos anteriores a uma crise de ansiedade.

Seja afetivo e empático: Permitir que o adolescente se sinta a vontade para se expressa, seja sentimentos positivo ou negativo, faz com que este enxergue em seus responsáveis, uma figura de confiança. Encoraje-o a ser ele mesmo e permita-o perceber que no lar não tem julgamento, mesmo quando é preciso passar um ensinamento. Agindo assim, os laços entre pais e filhos tendem a se fortalecer e o adolescente sentirá mais forças para enfrentar a ansiedade.

Ensine-o sobre ansiedade: Para ensinar seu filho sobre os sintomas da ansiedade e como identificá-los, é preciso, acima de tudo, que os responsáveis busquem informações e profissionais que os orientem de maneira correta. Seja um responsável proativo e mostre que está ao lado e que tem buscado entender o que seu filho está passando. Assim, você mostrará para ele que ele não precisa vivenciar aquela situação sozinha.

Permita que seu filho saiba o que é o estresse e a frustração: Permitir que seu filho viva sua própria experiência e tire dela suas lições é primordial para que seu filho se torne um adulto resiliente. Nem tudo que não conhecemos é ruim aos nossos filhos, por isso, avalie se a questão não impactará na saúde mental e física de seu filho e se não, permita-o vivenciá-la sem julgamentos. Doses de estresse e frustração também fazem parte da formação da maturidade de seu filho e não permiti-lo vivenciá-las pode transformar seu filho em um adulto com inúmeras dificuldades.

Ensine seu filho a gerencias o estresse: Auxiliar seu filho a desenvolver habilidades de enfrentamento e gerenciamento de estresse o permitirá aprender a identificar seus limites e o que fazer para não ultrapassá-los. Você pode ensinar técnicas de respiração, de identificação de sinais ansiosos, de meditação, exercícios físicos e exercícios de relaxamento. Motive seu filho a buscar mecanismos de autodefesa para promover o autoconhecimento.

Promova um ambiente saudável: Dentro do lar é onde todos deveriam encontrar equilíbrio, acolhimento e aconchego, certo? Então, para que o ambiente seja saudável, é preciso que as pessoas presentes também estejam saudáveis. Se houver a necessidade de buscar ajuda profissional para a família ou para um determinado membro, não hesite em iniciar uma conversa difícil. São conversas difíceis que solucionam conflitos difíceis e postergá-las pode custar caro para a família e para o desenvolvimento emocional de seu filho. Busque promover mudanças duradouras, acolhimento, carinho e cuidado e evite o julgamento ou menosprezo as dores dos familiares em geral. Estabeleça limites para uso excessivo de eletrônicos, garanta uma alimentação equilibrada, busque ter sono de qualidade e incentive os membros da família a realizarem atividades físicas que promovam prazer e bem estar também.

Considere procurar ajuda de um Psicólogo: Conflitos familiares existem e eles não irão deixar de existir porque a família decidiu procurar ajuda de um profissional. Sua família não é desestruturada e você não é culpado por ter dado amor ao seu filho. Caso você sinta que o conflito familiar entre os responsáveis e os mais jovens tenha afetado todo o núcleo familiar e trazido adoecimento mental, buscar ajuda de um profissional é a melhor maneira de encurtar o caminho da cura do lar. Considere buscar um Psicólogo quando sentir que não está conseguindo dar conta das demandas de seu filho, mas não se sinta culpado(a) por isso. É normal que as vezes seja necessário a intervenção ou auxilio de alguém de fora do lar, para que a família consiga enxergar as situações sem um viés ideológico e com olhar neutro.

Lembre-se sempre que adolescentes são seres únicos e é preciso buscar conhecer seu filho para que você possa ajudá-lo. Como Psicólogo, fico a disposição para que você clique no botão abaixo e entre em contato, para juntos trabalharmos na busca por saúde mental para seu filho e para sua família.

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Você sente que o mundo não é real ou que você não é real? Atendo adultos que vivenciam desrealização e despersonalização — experiências em que o mundo pode parecer estranho, irreal, artificial ou “como um sonho”, "como um filme", ou em que surge a sensação de não se sentir você mesma(o), de estranhar o próprio corpo, o reflexo no espelho ou a própria presença. 

Quem passa por isso sabe racionalmente que o mundo é real e que continua sendo a mesma pessoa, mas a experiência subjetiva parece dizer outra coisa. É como viver algo que se sabe verdadeiro, mas que, por algum motivo, deixou de parecer real.

No cotidiano, costumamos dar como certas tanto a realidade do mundo quanto a sensação de sermos nós mesmos. Na desrealização e na despersonalização, essa familiaridade pode se abalar, tornando a experiência confusa, angustiante e, em alguns momentos, assustadora.

Podem surgir perguntas repetidas sobre a realidade, medo de ficar louca/o, dificuldade de sentir-se presente e uma solidão grande, porque os outros dificilmente conseguem compreender esse tipo de vivência.

Na psicoterapia, construiremos juntos um espaço seguro de compreensão e exploração das suas vivências — por exemplo, o que mudou na maneira de perceber a si mesma(o), o corpo, o mundo, as emoções, a interação com os outros e o cotidiano. Mais do que reduzir essa experiência a uma lista de sintomas, o processo terapêutico pode abrir caminhos para uma rearticulação existencial — isto é, para reconstruir referências a partir de sua própria bússola interna, fortalecer a sensação de presença e viver a realidade de forma mais estável e com mais sentido.

Também faço acompanhamento psicológico de adultos que convivem com epilepsia focal, inclusive temporal, e vivenciam desrealização, despersonalização ou outros fenômenos de estranhamento difíceis de descrever.

Minha clínica tem como fundamento a Abordagem Centrada na Pessoa, com contornos fenomenológico-existenciais. Sou graduada em Psicologia pela Universidade Santa Úrsula, possuo especialização em Psicologia Clínica Fenomenológico-Existencial e atualmente estou em formação em Focalização (Focusing).

Fiz parte das equipes do Projeto Conexão Formativa e do Núcleo de Clínica Ampliada Fenomenológica Existencial (NUCAFE), colaborando com a organização e divulgação de cursos, especializações, simpósios e congressos em Abordagem Centrada na Pessoa e Fenomenologia-Existencial. Também integrei a equipe de divulgação da Especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental da Universidade Santa Úrsula. Sou colaboradora do Grupo MãesSemnome, pioneiro de apoio ao luto materno, e da Clínica Social do C-FEN.

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 80,00

/

50 minutos

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