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Fadiga Digital: O impacto noturno e diurno do excesso de telas em nossa saúde mental

21 de set. de 2026

Kenikeli de Paula

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Psicologia

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Vivemos em uma época sem precedentes na história humana, marcada pela conectividade ininterrupta e pela hiperestimulação sensorial. A cada instante, nossos cérebros são inundados por notificações, e-mails, vídeos curtos e um fluxo contínuo de informações que capturam e fragmentam nossa atenção. O que à primeira vista parecia uma facilidade tecnológica transformou-se, para muitos, em um estado permanente de vigilância e alerta. Essa dinâmica silenciosa tem levado um número crescente de pessoas a um estado de exaustão profunda e crônica, conhecido na prática clínica como fadiga digital.

Uma das facetas mais delicadas desse fenômeno é a erosão da nossa capacidade de nos desconectarmos verdadeiramente. A cultura do imediatismo nos acostumou a responder instantaneamente a estímulos e a buscar alívio rápido para o tédio ou para o desconforto emocional na rolagem infinita das redes sociais. Esse hábito cria um ciclo vicioso: buscamos o celular para descansar, mas o cérebro recebe ainda mais estímulos, impedindo o relaxamento necessário para o reequilíbrio emocional. Desconectar-se deixou de ser uma escolha natural e passou a exigir um esforço consciente de autodisciplina que nem sempre conseguimos sustentar sozinhos.

Para além do desgaste individual, o excesso de telas afeta profundamente a qualidade das nossas relações interpessoais e a percepção do próprio eu. A presença física desconectada da atenção plena gera um distanciamento afetivo, prejudicando a empatia e a construção de vínculos genuínos. Além disso, a constante comparação social alimentada por recortes da vida alheia nas redes sociais contribui para sentimentos de inadequação, ansiedade e solidão. Restabelecer limites saudáveis com a tecnologia não significa rejeitar o progresso, mas sim recuperar a autonomia sobre o próprio tempo, a atenção e os afetos.

Reconhecer que a tecnologia está impactando sua qualidade de vida, sua ansiedade e seu bem-estar emocional é o primeiro passo para construir uma relação mais equilibrada com o mundo digital e consigo mesmo. Se você sente que a exaustão das telas tem afetado sua rotina, seu descanso ou sua saúde mental, não precisa atravessar esse processo sozinho. Convido você a agendar um processo terapêutico, um espaço seguro e acolhedor onde podemos compreender suas necessidades, desenvolver estratégias de autocuidado e reconectar você com o que realmente importa.

Quem sou eu?
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Jane Fernandes Silva Souza

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Atendimento:

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Sou psicóloga pós-graduada em Terapia de casais e pós-graduanda em Ciências da família. Atendo pacientes de forma individual e também casais. O meu trabalho é voltado para o acolhimento do ser humano usando uma escuta profunda e sem julgamentos.
Busco focar em seus maiores desafios sem desconsiderar suas vivências, experiências e origens, pois tudo isso faz parte de quem você é.
Valorizo o trabalho em conjunto, em parceria e respeito,pois acredito que essa é a melhor forma de se chegar a um objetivo real.
O meu maior propósito de trabalho é reconstruir vidas. E juntamente com o indivíduo ou casal construir um caminho onde possa se surpreender cada vez mais com sua evolução.

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 60,00

/

50 minutos

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