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O que significa viver? E o que significa morrer?

1 de abr. de 2026

Victoria da Silva Paula

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Autoconhecimento

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Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca. Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece. Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru. Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos. Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar. Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante. Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe. Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.

 

Meditação:

O que significa viver? E o que significa morrer? Será que a morte pode invadir o terreno próprio da vida? O Passo a Pensar de hoje quer nos ajudar a refletir sobre isso, a partir do texto “a morte devagar”, da jornalista e escritora Martha Medeiros. Escutemos o que ela nos diz:

Martha Medeiros propõe uma compreensão daquilo que faz de nós seres vivos: a possibilidade de mudança, movimento, reviravoltas, prazeres, expansão de conhecimentos, de sentimentos, de relações. Tudo isso supõe, segundo ela, arriscar-se. Esta compreensão coincide com a sua? Quais riscos você tem assumido para manter-se na dinâmica da vida?

A escritora fala da possibilidade de morrer devagar, ou seja, de viver uma vida invadida pela lógica da morte, com rigidez, fechamento, bloqueios, queixas, falta de amor próprio, de novos projetos e de novas relações. Você concorda com essa descrição da morte? Haveria algum desses elementos que você precisaria abandonar para viver mais intensamente?

 

Como ressoa em você este convite?

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