top of page

O tamanho dos nossos problemas: como a nossa mente dita nossa reação

Entenda por que os problemas nos paralisam e como a psicoterapia ajuda a clarear o caminho.

7 de set. de 2026

Marcelo Machado

00:00 / 01:04
Psicoterapia

Ouça esse artigo usando o player acima.

  • Texto em 4 linhas

  • ​Texto em 4 linhas

  • ​Texto em 4 linhas

  • Texto em 4 linhas

image_edited.png
Terappia Logo

Às vezes, os problemas parecem grandes demais. Nesses momentos, é perfeitamente normal se sentir impotente, sem forças e sem ideias de como resolver a situação. O peso do mundo parece cair sobre os nossos ombros, e a sensação é de que estamos paralisados. No entanto, essa dinâmica não é nova. Como disse Epicteto, célebre filósofo estoico:

 

"O que perturba os seres humanos não são as coisas em si, mas a opinião que eles têm sobre as coisas."

 

Mas o que isso significa na prática? Significa que a forma como olhamos para os problemas pode nos paralisar, gerando medo e ansiedade. Nem sempre é o problema em si que nos esgota, mas sim a narrativa que criamos sobre ele em nossa mente.

 

O papel da psicoterapia

Ainda assim, precisamos ser realistas: existem problemas que realmente não temos como lidar sem ajuda. E é exatamente aí que entra a psicoterapia.

O psicoterapeuta é um profissional que dedicou boa parte de sua vida a estudar o desenvolvimento humano. Através do aprofundamento em uma abordagem terapêutica consistente, ele consegue ajudar o paciente a enxergar uma saída onde antes só parecia haver escuridão.

 

Vale reforçar que na clínica não há mágica e nem milagres. O que existe é uma lógica fundamentada em um olhar científico que, junto com o paciente, busca encontrar caminhos viáveis de superação.

 

A visão da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

Na TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), partimos do princípio de que os nossos pensamentos geram uma emoção que, por sua vez, determina o nosso comportamento.

Em termos simples: a sua visão de mundo, a visão de si mesmo e a visão do futuro, vão determinar a forma como você vai reagir e lidar com o problema. Se o seu pensamento diz "eu não vou conseguir", a emoção será o medo e o comportamento será a esquiva ou a paralisação.

 

Mudar a forma de olhar para a situação não muda o problema, mas muda a sua capacidade de enfrentá-lo. Se você está passando por um momento em que tudo parece grande demais, lembre-se de que você não precisa carregar esse peso sozinho. Buscar ajuda profissional é o primeiro passo para transformar o medo em ação.

 

Quem sou eu?
Image-empty-state.png
perfil_verificado_logo-removebg-preview.png

Gabrielly Machado

CRP:

botao-whatsapp.png

12/31537

classificação média é 3 de 5, com base em 0 votos, Avaliações

Atendimento:

Online

Oii, como você está?
Meu nome é Gabrielly, tenho 26 anos e sou formada em Psicologia pela UFSC. Escolhi essa profissão porque, quando eu tinha 18 anos, passei por um período difícil, e uma psicóloga me acolheu. Desde então, sonho em ajudar outras pessoas da mesma forma.
Trabalho com a Terapia Analítico-Funcional (FAP), tenho experiência com adolescentes (incluindo em escola), com adultos, população LGBTQIA+, pessoas neurodivergentes, etc. Geralmente trabalho com questões relacionais (familiares, conjugais, etc) e ansiedade/depressão.
Eu sei que falar sobre o que machuca não é fácil, mas também sei o quão importante isso é. Por isso, quero que a terapia seja um espaço seguro e acolhedor, onde você possa ser você mesmo, e eu também serei eu mesma. Apenas em nossas autenticidades, podemos construir uma relação verdadeiramente significativa e transformadora. Juntos, podemos analisar os padrões em sua vida e transformá-los.

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 60,00

/

50 minutos

Últimas publicações desse Terappeuta

O tamanho dos nossos problemas: como a nossa mente dita nossa reação

Marcelo Machado

7 de set. de 2026

O tamanho dos nossos problemas: como a nossa mente dita nossa reação

Entendendo as motivações intrínsecas e seu impacto na vida cotidiana

Marketing - Terappia

7 de set. de 2026

Entendendo as motivações intrínsecas e seu impacto na vida cotidiana

“Quando foi que eu parei de gostar da minha própria vida?”

Débora Tatiany de Oliveira

7 de set. de 2026

“Quando foi que eu parei de gostar da minha própria vida?”

bottom of page