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Onde dói o luto que ninguém vê?

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1 de jul. de 2026

Danielle da Silva Sales

00:00 / 01:04
Psicologia

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Vivemos em uma sociedade que foge da finitude. Falar sobre a morte, sobre o fim e sobre as perdas ainda é um grande tabu. Mas a verdade é uma só: onde existe amor, existe luto. O luto é o preço que pagamos por termos coragem de criar vínculos. Quanto maior o vínculo, maior o sentido da perda.

 

No entanto, o sofrimento se torna intolerável quando ninguém cuida. É aí que nasce o luto não reconhecido.

O luto não reconhecido acontece quando você é privado do direito de chorar a sua perda. É quando a sociedade, os amigos ou a família agem como se a sua dor não fosse legítima ou importante o suficiente. Quando não compreendemos a dor do outro, a nossa primeira reação costuma ser o julgamento. E o lugar do julgamento é profundamente solitário e doloroso para quem está enlutado.

 

A verdade é que todos nós carregamos um luto não reconhecido, seja de forma consciente ou não. Não existe ordem de grandeza para a dor. Mas, em algum momento da vida, recebemos a mensagem silenciosa de que a nossa perda não merecia ser vivida.

 

Quantos lutos nós deixamos de nomear no dia a dia?

  • A velhice dos pais, que exige uma despedida lenta de quem eles foram.
  • Um aborto, onde a dor é vivida no silêncio do quarto.
  • As transições do ciclo vital: deixar a infância, a adolescência ou mudar de emprego.
  • Um amigo querido que vai morar fora.
  • O diagnóstico de uma doença (o luto antecipatório).

Até mesmo um luto que começou reconhecido pela sociedade, com o passar do tempo, pode ser silenciado. As pessoas esperam que você "supere", porque o luto não acaba, ele não tem um fim definitivo. Ele se transforma, mas a saudade permanece.

 

Com quem você pode contar para viver a sua perda? Se você sente que a sua dor foi invisibilizada, saiba que ela é real. Você não precisa passar por isso sem suporte.

 

A psicoterapia é um espaço seguro e livre de julgamentos, ideal para nomear e acolher as perdas que o mundo não quer ver. Se o peso está grande demais, buscar terapia é dar um contorno de cuidado ao seu sofrimento.

Quem sou eu?
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Thainara Araujo Oliveira

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Psicóloga de Fortaleza, cuido de jovens e adultos que estão sentindo o peso da vida profissional: esgotamento, sobrecarga, dilemas de carreira e aquele sentimento de que o trabalho tem engolido tudo. Através da Terapia Cognitivo-Comportamental, ajudo meus pacientes a reencontrarem equilíbrio, saúde emocional e qualidade de vida.

Acredito que a terapia é um respiro necessário em meio à correria, um espaço de pausa, de escuta e reconstrução, vamos juntos? 🤍

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 80,00

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50 minutos

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