
Você já sabe.
Não é falta de informação. Não é falta de vontade. É aquela sensação de estar na beira de algo e não conseguir se mover. De olhar para o passo e entender, racionalmente, que ele faz sentido e mesmo assim ficar parada.
Se você está aqui, provavelmente conhece esse lugar muito bem.
O adiamento que parece lógico
Talvez você adie porque acha que ainda não é a hora. Que primeiro precisa resolver outras coisas. Que quando estiver mais estável, quando a vida estiver mais organizada, quando passar essa fase aí sim, começa.
Mas a estabilidade que você espera muitas vezes só vem depois do passo. Não antes.
A espera pelo momento certo é, quase sempre, uma forma sofisticada de se proteger do que o passo vai exigir. E faz sentido, porque o que ele vai exigir é real. Não é imaginação, não é exagero. Dar um passo em direção a si mesma pede tempo, energia, disposição para se olhar. E a vida já cobra tanto.
Só que a vida não para de cobrar. E o que você está carregando não fica mais leve enquanto você espera a hora certa.
O medo do que vai encontrar
Talvez você adie porque tem medo do que vai encontrar.
E isso também faz sentido. Começar um processo de autoconhecimento de verdade exige coragem de se olhar, de ver o que foi guardado, o que foi evitado, o que foi empurrado para depois por tempo demais. Não é um processo para ser romantizado. É um processo para ser respeitado.
Mas a mulher que chega até esse ponto, que já sente que precisa de algo, que já está na beira do passo, já demonstrou que tem o que é preciso para dar. A coragem já está lá. Ela só ainda não sabe disso.
O que o primeiro passo precisa ser
O primeiro passo não precisa ser grande. Não precisa vir acompanhado de certeza absoluta, de clareza total, de um momento em que tudo se encaixa e a decisão parece óbvia.
Ele precisa só ser real.
Uma mensagem enviada. Uma agenda consultada. Um "eu quero tentar" dito em voz alta, mesmo que trêmulo.
Não precisa ser o passo perfeito. Precisa ser o passo possível agora, com o que você tem, de onde você está.
Estou aqui
Se você se reconheceu em alguma parte desse texto, quero que saiba que essa é a minha forma de te dizer que estou aqui. Sem pressa. Sem pressão. Com espaço para o seu tempo.
Quando você estiver pronta ou quando decidir que vai dar o passo antes de estar completamente pronta, que também é válido me manda uma mensagem aqui pela plataforma. Vamos conversar.
Thainá
Quem sou eu?

Julia da Costa Neves
CRP:

06/214193
Atendimento:
Online
Você merece se sentir bem consigo mesmo, compreender suas emoções e viver relações mais saudáveis.
E ás vezes, a ansiedade, as inseguranças e as dificuldades nos relacionamentos tornam a rotina mais pesada do que gostaríamos. Em meio a tantos sentimentos e cobranças, pode ser difícil entender o que está acontecendo e encontrar novas formas de lidar com tudo isso. Você não precisa enfrentar esse processo sozinho.
Sou Júlia Neves, psicóloga clínica, especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e pós-graduanda em Neurociência e Comportamento.
Meu trabalho é oferecer um espaço de escuta, acolhimento e desenvolvimento, no qual você possa falar sobre suas experiências sem julgamentos, compreender seus pensamentos e emoções e desenvolver estratégias para lidar com os desafios do dia a dia.
Acredito que a terapia é um processo de autoconhecimento e transformação, que permite construir novas perspectivas, fortalecer sua autonomia e desenvolver uma relação mais saudável consigo mesmo e com o mundo ao seu redor.
Dar o primeiro passo pode ser desafiador, mas você não precisa ter todas as respostas para começar. A terapia pode ser o início de uma nova forma de olhar para si e para a sua história.
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 60,00
/
50 minutos
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