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Pensamento alternativo: nem tudo é como o primeiro pensamento diz

9 de set. de 2026

Leticia Maciel Celestino Pinheiro

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Psicoeducação

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PENSAMENTO ALTERNATIVO: NEM TUDO É COMO O PRIMEIRO PENSAMENTO DIZ

 

Você já percebeu como, diante de uma situação, às vezes sua mente parece chegar a uma conclusão antes mesmo de você conseguir refletir sobre o que aconteceu?

Isso acontece porque temos pensamentos automáticos. Eles surgem rapidamente e podem influenciar nossas emoções e comportamentos. O problema é que um pensamento automático nem sempre representa toda a realidade.

Imagine que você manda uma mensagem para alguém e a pessoa visualiza, mas não responde.

Um pensamento automático pode ser:

 

“Ela está chateada comigo.”

 

A partir desse pensamento, você pode sentir ansiedade, preocupação ou até tristeza. Talvez comece a imaginar o que fez de errado ou passe a evitar aquela pessoa.

 

Mas será que essa é a única possibilidade?

 

É nesse momento que entra o pensamento alternativo.

 

Pensar de forma alternativa não significa simplesmente trocar um pensamento “negativo” por um pensamento “positivo”. Significa abrir espaço para outras interpretações possíveis, analisando a situação com mais calma e levando em consideração as evidências.

 

Podemos perguntar:

  • Que evidências tenho de que essa pessoa está chateada comigo?
  • Existe outra explicação para ela não ter respondido?
  • Estou tirando uma conclusão sem ter informações suficientes?
  • O que eu diria a alguém que estivesse pensando dessa mesma maneira?
  • Existe uma forma mais equilibrada de interpretar essa situação?

Talvez uma alternativa seja:

“Ela pode estar ocupada ou ter visto a mensagem e não conseguido responder. Não tenho informações suficientes para concluir que está chateada comigo.”

 

Perceba que esse pensamento não diz que “está tudo bem” ou que “com certeza ela não está chateada”. Ele apenas reconhece que existem outras possibilidades além daquela apresentada pelo primeiro pensamento.

 

Pensar diferente não significa ignorar o que sentimos

 

O objetivo não é invalidar nossas emoções ou fingir que determinada situação não nos incomoda.

Se algo aconteceu e você ficou triste, com raiva ou ansioso, esse sentimento é real e merece ser compreendido.

O pensamento alternativo nos ajuda justamente a separar aquilo que estamos sentindo daquilo que sabemos como fato.

Às vezes, o sofrimento não está apenas no que aconteceu, mas também na maneira como interpretamos aquilo que aconteceu.

 

Um exercício simples

Quando perceber que um pensamento está causando muito sofrimento, experimente fazer uma pausa e perguntar:

“Existe outra maneira de olhar para essa situação?”

Não é necessário encontrar um pensamento perfeito. O objetivo é encontrar uma interpretação mais equilibrada, realista e útil.

Com o tempo, esse exercício pode ajudar a desenvolver uma forma mais flexível de pensar e a lidar de maneira diferente com situações que antes pareciam ter apenas uma explicação possível.

Pensar alternativamente é aprender que o primeiro pensamento que aparece na nossa mente não precisa ser a nossa conclusão final.

Quem sou eu?
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Lara Camino Meloni

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Atendimento:

Presencial, Online

Olá! Meu nome é Lara e sou formada em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Psicologia Analítica. Atualmente estou cursando uma pós-graduação em Psicologia Clínica e um Aprimoramento em Atendimento Clínico pela PUC.

Atuo como psicoterapeuta nas modalidades online e presencial em São Paulo com experiência em atendimento para crianças, adultos e idosos nos temas de transtorno alimentar, ansiedade, depressão, luto e dificuldades no trabalho e nos relacionamentos. Também tenho dedicado leituras focadas para o desenvolvimento e saúde mental das mulheres.

Desde que comecei a faculdade sempre fui engajada com muitos projetos:

- Participei do grupo de Neurociência da Educação do Mackenzie auxiliando em pesquisas de mestrado e doutorado e da escrita de capítulos de livros com professores;
- Apresentei uma iniciação científica em um Congresso de Neurociência;
- Fiz parte de grupos de estudo como fenomenologia, psicologia e cinema e psicologia analítica;

Depois de formada:
- Atendi por dois anos casos de psicoterapia e de triagem;
- Atuei como redatora com foco na produção de conteúdos de psicologia;
- Estruturei cursos na área da psicologia analítica;
- Conclui a certificação em Práticas em Orientação Profissional Clínica;

Estou muito animada para te conhecer!
Aqui você tem um espaço de muito acolhimento: vamos dialogar?

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 60,00

/

50 minutos

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