top of page

Psicoeducação para momentos de crise no borderline: como a DBT pode ajudar

​

15 de out. de 2026

Vanessa de Oliveira Carlos Rego

00:00 / 01:04
Psicoeducação

Ouça esse artigo usando o player acima.

  • Texto em 4 linhas​

  • ​Texto em 4 linhas

  • ​Texto em 4 linhas

  • Texto em 4 linhas

image_edited.png
Terappia Logo

Durante uma crise emocional, a dor pode parecer grande demais. Para algumas pessoas com transtorno de personalidade borderline, situações de conflito, frustração ou medo de abandono podem despertar emoções intensas e uma urgência de agir. Cada pessoa vive isso de um jeito, mas esse sofrimento merece acolhimento e cuidado. (nimh.nih.gov⁠)

É nesse cuidado que entra a psicoeducação: aprender a reconhecer o que acontece com você, entender suas emoções e desenvolver maneiras mais seguras de responder a elas. A Terapia Comportamental Dialética, conhecida como DBT, ensina habilidades para lidar com emoções intensas, atravessar situações difíceis e melhorar os relacionamentos. (nimh.nih.gov⁠)

No auge da crise, a prioridade é atravessar o momento com segurança. Resolver uma discussão ou tomar uma decisão importante pode esperar até que a intensidade emocional diminua. Na DBT, as habilidades de tolerância ao mal-estar ajudam a passar por esse período sem aumentar o sofrimento. (mirecc.va.gov⁠)

Uma das habilidades ensinadas é a STOP, que pode ser praticada assim:

  • Pare: interrompa a reação por um instante. Espere antes de enviar aquela mensagem ou continuar uma discussão.
  • Dê um passo para trás: faça uma pausa e, se for seguro, afaste-se brevemente da situação.
  • Observe: perceba o que está sentindo, pensando e tendo vontade de fazer. Observe também o que está acontecendo ao redor.
  • Prossiga com atenção: escolha uma atitude considerando sua segurança, seus objetivos e as possíveis consequências. (va.gov⁠)

Quando a emoção diminuir, você pode olhar para o episódio com mais calma: “O que aconteceu? Como interpretei essa situação? O que senti? O que fiz? Qual habilidade poderia me ajudar numa próxima vez?”. Essas perguntas podem orientar uma conversa na terapia e ajudar a construir outras respostas.

Por exemplo: alguém demora a responder, e surge o pensamento “essa pessoa vai me abandonar”. Reconhecer esse pensamento permite começar a separar o que aconteceu — a demora — daquilo que você teme que aconteça.

A regulação emocional é construída aos poucos, com compreensão, acompanhamento e treino de habilidades também fora das crises. Você pode reconhecer que sua dor faz sentido e, ao mesmo tempo, aprender formas de cuidar dela com menos prejuízo para você e seus relacionamentos. (nimh.nih.gov⁠, va.gov⁠)

Se houver risco de se machucar ou dificuldade para se manter em segurança, procure atendimento de urgência e peça a presença de alguém de confiança. Este conteúdo é educativo e não substitui o acompanhamento profissional.

Quem sou eu?
Image-empty-state.png
perfil_verificado_logo-removebg-preview.png

Sergio Henrique Oliveira da Silva

CRP:

botao-whatsapp.png

82/988988

classificação média é 3 de 5, com base em 0 votos, Avaliações

Atendimento:

​

​

Valor da Sessão / Tempo de duração

​

/

​

Últimas publicações desse Terappeuta

O que você está tentando silenciar?

Sara dos Santos de Sousa

19 de out. de 2026

O que você está tentando silenciar?

A Exaustão Invisível: Entendendo a Sobrecarga no Trabalho e o Caminho para Reconectar-se Consigo Mesmo

Isabelle Catarina Alves da Silva

19 de out. de 2026

A Exaustão Invisível: Entendendo a Sobrecarga no Trabalho e o Caminho para Reconectar-se Consigo Mesmo

Alguns homens tem dilemas.

Alexandre Figueiredo

19 de out. de 2026

Alguns homens tem dilemas.

bottom of page