
Nem sempre mudar é trocar de país.
Às vezes, é mudar de emprego, de casa, de relação — ou apenas de olhar.
Toda mudança nos pede coragem, mas também um pouco de luto.
Porque para o novo nascer, algo em nós precisa encerrar um ciclo.
E no meio do caminho, vem aquele misto de sensações: o entusiasmo do recomeço e o medo do desconhecido.
As emoções se embaralham, a rotina se reorganiza, e o coração tenta entender onde é o seu novo “lugar seguro”.
Adaptar-se é mais do que aprender algo novo — é se permitir ser novo.
É acolher o que se transforma, mesmo quando ainda não sabemos o que virá.
Então, se você está vivendo uma transição agora, respire.
Você não precisa ter todas as respostas — só presença, paciência e amor por esse processo que também é cura.
Porque, no fundo, toda mudança é um convite para nos encontrarmos novamente.
Vem, eu posso te ouvir!
Com carinho, Helen Santos :)





