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Quando Amar Dói: Por Que os Relacionamentos Despertam Nossas Maior Inseguranças?

Entenda como o medo do rejeição e os impulsos de defesa afetam a convivência a dois e saiba como construir laços mais leves, seguros e saudáveis.

29 de jul. de 2026

Gabriel Lucas Cabral da Silva

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Psicoterapia

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Seja em uma conversa rotineira ou no meio de um desentendimento, quem nunca sentiu aquele aperto no peito, uma pontada de insegurança ou a vontade repentina de fechar a porta e se afastar de tudo? Conviver com outra pessoa é uma das experiências mais bonitas da vida, mas é também o palco onde os nossos maiores receios vêm à tona. Muitas vezes, a convivência a dois nos coloca diante de sentimentos difíceis de explicar, como o medo constante de não ser o suficiente, a angústia diante de uma discussão mais calorosa ou aquela sensação desgastante de que a nossa felicidade depende exclusivamente do humor e da atenção do outro.

 

Esses desafios nos relacionamentos raramente acontecem porque faltou amor ou por má intenção. Na verdade, a forma como nos comunicamos, como reagimos ao estresse e como buscamos proteção nos relacionamentos tem tudo a ver com as histórias que carregamos dentro de nós. Quando uma briga simples desperta o impulso de desistir ou quando o medo de perder o parceiro faz com que a gente abra mão de quem é, o nosso corpo e a nossa mente estão apenas tentando se defender do desconforto da rejeição e da dor. O grande problema é que, ao agir no piloto automático do medo ou da defesa, acabamos nos distanciando justamente das pessoas que mais queremos por perto, alimentando um ciclo de frustração e solidão a dois.

 

A boa notícia é que a forma como nos relacionamos não é algo estático e pode ser transformada com afeto, clareza e autoconhecimento. Aprender a reconhecer os próprios limites, expressar o que se sente sem medo e construir uma parceria baseada na confiança e na autonomia é um caminho perfeitamente possível de ser percorrido. A psicoterapia oferece esse espaço seguro, acolhedor e neutro onde você pode compreender a origem das suas inseguranças, aprender a se comunicar de forma mais leve e desenvolver os recursos necessários para construir relacionamentos amorosos e interpessoais mais saudáveis, equilibrados e felizes.

Quem sou eu?
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Gabrielly Machado

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Atendimento:

Online

Oii, como você está?
Meu nome é Gabrielly, tenho 26 anos e sou formada em Psicologia pela UFSC. Escolhi essa profissão porque, quando eu tinha 18 anos, passei por um período difícil, e uma psicóloga me acolheu. Desde então, sonho em ajudar outras pessoas da mesma forma.
Trabalho com a Terapia Analítico-Funcional (FAP), tenho experiência com adolescentes (incluindo em escola), com adultos, população LGBTQIA+, pessoas neurodivergentes, etc. Geralmente trabalho com questões relacionais (familiares, conjugais, etc) e ansiedade/depressão.
Eu sei que falar sobre o que machuca não é fácil, mas também sei o quão importante isso é. Por isso, quero que a terapia seja um espaço seguro e acolhedor, onde você possa ser você mesmo, e eu também serei eu mesma. Apenas em nossas autenticidades, podemos construir uma relação verdadeiramente significativa e transformadora. Juntos, podemos analisar os padrões em sua vida e transformá-los.

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 60,00

/

50 minutos

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