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Quando Amar Dói: Por Que Repetimos Relações Que Nos Ferem?

Como vínculos da infância moldam nossos relacionamentos amorosos — e por que nem sempre percebemos isso

25 de fev. de 2026

Lucia Helena Pinho da Silveira

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Psicologia

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Relacionamentos amorosos raramente começam com dor. Começam com encantamento, expectativa e promessa. Mas por que tantas histórias terminam em frustração, abandono ou sofrimento emocional?

A resposta pode não estar no presente mas no passado.

O amor não começa no namoro

Do ponto de vista psicanalítico, nossas escolhas afetivas não são aleatórias. Elas carregam marcas profundas das primeiras relações que tivemos na vida: pai, mãe ou figuras cuidadoras.

É na infância que aprendemos:

  • O que é amor
  • Como se demonstra afeto
  • Se somos dignos de cuidado
  • Se o outro é seguro ou imprevisível

Sem perceber, buscamos no parceiro algo que nos é familiar — mesmo que seja doloroso.

A repetição inconsciente

Muitas pessoas dizem:

“Eu sempre atraio o mesmo tipo de pessoa.”

“Parece que minha história amorosa é um roteiro repetido.”

Isso acontece porque o inconsciente tenta reviver situações antigas com a esperança de, desta vez, ter um final diferente.

Uma criança que precisou disputar atenção pode, na vida adulta, se envolver com parceiros emocionalmente indisponíveis.

Alguém que cresceu se sentindo invisível pode se apaixonar por pessoas que não a enxergam verdadeiramente.

Não é fraqueza. É repetição psíquica.

Amor ou tentativa de reparação?

Às vezes, não escolhemos um parceiro apenas por afinidade mas por identificação emocional com nossa história.

Inconscientemente, podemos tentar:

  • Consertar o pai ausente através do parceiro distante
  • Ganhar o amor que nunca foi validado
  • Provar que agora somos “bons o suficiente”

Mas nenhuma relação atual consegue curar sozinha feridas antigas.

Relações saudáveis começam com consciência

O primeiro passo não é trocar de parceiro.

É compreender o padrão.

Perguntas importantes:

  • O que me atrai nessa pessoa?
  • O que essa relação desperta em mim?
  • Estou amando ou tentando ser finalmente escolhido(a)?

Quando reconhecemos nossas marcas emocionais, começamos a escolher diferente. Não por carência, mas por maturidade.

✨ Amar não precisa doer

Relacionamentos não são espaços para repetir sofrimento, mas para construir segurança, parceria e crescimento.

Autoconhecimento não é sobre culpar os pais ou o passado — é sobre assumir responsabilidade pelo presente.

Porque quando entendemos nossa história, deixamos de ser reféns dela.

Quem sou eu?
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Larissa Sardi Fagiolo Montanher

CRP:

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Atendimento:

Online

Olá! Me chamo Larissa, sou psicóloga clínica, graduada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) desde 2017. Minha atuação é fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem que busca compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos, promovendo o autoconhecimento e o desenvolvimento de estratégias para lidar com os desafios da vida.

Realizo atendimentos psicológicos a crianças e adultos, nas modalidades presencial e on-line, oferecendo um espaço de escuta, acolhimento e cuidado, respeitando a individualidade e as necessidades de cada pessoa.

Acredito que cada pessoa carrega consigo uma história única, com sentimentos, experiências e desafios que merecem ser acolhidos com carinho e respeito. Por isso, meu objetivo é oferecer um espaço seguro, leve e livre de julgamentos, onde você possa se sentir à vontade para falar sobre o que sente e vivencia.

Na psicoterapia, caminhamos juntos em um processo de autoconhecimento, compreensão das emoções e desenvolvimento de recursos para lidar com as dificuldades do dia a dia. Cada etapa é conduzida com escuta sensível, empatia e respeito ao tempo e à individualidade de cada pessoa.

Você não precisa ter todas as respostas para começar. A terapia pode ser um espaço para se conhecer melhor, fortalecer-se emocionalmente e construir novas possibilidades para sua vida.

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 40,00

/

40 minutos

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