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Quando o limite depende de você

25 de jun. de 2026

Thaina Lima Pinheiro Teixeira

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Autoconhecimento

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É mais fácil ter limite quando existe alguém de fora para colocar.

Foi crescendo que percebi isso e essa percepção nunca mais saiu da minha cabeça.

 

Quando o limite vem de fora

 

Quando somos crianças, o limite vem do outro. A mãe que diz não. O pai que estabelece hora. A família que, mesmo de forma imperfeita, mesmo disfuncional, ainda assim oferece alguma estrutura.

O ser pequeno não precisa se autogovernar. Existe alguém para dizer até onde pode ir.

Quando crescemos, esse alguém some.

E de repente somos nós mesmas que precisamos dizer não para nós mesmas. Que precisamos estabelecer a hora. Que precisamos saber até onde podemos ir, sem ninguém de fora para segurar.

 

A dificuldade que ninguém nomeia

 

Quando adulta você testa o limite, não tem mais ninguém para falar que não pode. Só você. E a consequência.

E se na infância os limites foram poucos ou confusos? Aí o desafio é ainda maior. Porque você cresceu sem aprender a linguagem interna do limite. Ninguém te mostrou como isso se sente por dentro, como reconhecer o ponto antes de ultrapassá-lo, como nomear o desconforto antes que ele se torne exaustão.

E imagine quando você se torna mãe. De repente precisa colocar limite no outro ser, enquanto ainda está tentando encontrar o seu próprio.

Como ensinar uma linguagem que você mesma ainda está aprendendo?

 

Autorregulação não é força de vontade

 

Esse é um ponto que muita gente confunde. Autorregulação não é uma questão de disciplina ou caráter. É uma habilidade que se aprende e que fica mais difícil de desenvolver quando não foi ensinada cedo, dentro de relações que pudessem servir de modelo.

Não é sobre ser mais forte. É sobre ter tido, ou não, alguém que mostrasse o caminho.

 

Talvez não seja fraqueza

 

Se você sente que se perde facilmente, que cede quando não deveria, que não sabe dizer não nem para si mesma, talvez não seja fraqueza. Talvez seja que ninguém te ensinou como.

Esse é exatamente o tipo de processo que se trabalha na psicoterapia analítica, reconstruir, aos poucos, essa linguagem interna que faltou. Se você sente que esse pode ser o seu momento, me encontre pelo link aqui abaixo.

 

Me conta: você consegue se colocar limite?

 

Thainá

Quem sou eu?
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Gabrielly Machado

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Oii, como você está?
Meu nome é Gabrielly, tenho 26 anos e sou formada em Psicologia pela UFSC. Escolhi essa profissão porque, quando eu tinha 18 anos, passei por um período difícil, e uma psicóloga me acolheu. Desde então, sonho em ajudar outras pessoas da mesma forma.
Trabalho com a Terapia Analítico-Funcional (FAP), tenho experiência com adolescentes (incluindo em escola), com adultos, população LGBTQIA+, pessoas neurodivergentes, etc. Geralmente trabalho com questões relacionais (familiares, conjugais, etc) e ansiedade/depressão.
Eu sei que falar sobre o que machuca não é fácil, mas também sei o quão importante isso é. Por isso, quero que a terapia seja um espaço seguro e acolhedor, onde você possa ser você mesmo, e eu também serei eu mesma. Apenas em nossas autenticidades, podemos construir uma relação verdadeiramente significativa e transformadora. Juntos, podemos analisar os padrões em sua vida e transformá-los.

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 60,00

/

50 minutos

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