
Será que é o remédio ?
Uma situação comum é o paciente quando começa a evoluir e ver os resultados da psicoterapia, muitas vezes ter uma resistência a acreditar...
18 de jan. de 2025
Cesar Braga
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Uma situação comum é o paciente quando começa a evoluir e ver os resultados da psicoterapia, muitas vezes ter uma resistência a acreditar que ele é parte da sua própria mudança, acaba achando que o remédio é que fez com que as coisas melhorassem, e daí inclusive, começar a se questionar, será que é o remédio? E quando eu parar, será que vai voltar tudo de novo?
A medicação, como já foi dito aqui, é importante, é o tratamento medicamentoso que vai fazer com que o cérebro funcione da maneira correta, regularizando a bioquímica cerebral e reduzindo sintomas, o que automaticamente, proporciona uma situação de bem-estar e maior qualidade de vida para o paciente.
Porém, não há nenhum medicamento que mude hábitos, comportamentos ou pensamentos, que impactam diretamente no nosso sentir e agir.
A aderência do paciente ao processo da psicoterapia, identificando pensamentos disfuncionais, aprendendo a identificar demandas que podem ser melhoradas é essencial da mesma forma para o processo de melhoria da saúde mental.
Portanto, não é só a medicação, é o compromisso de cada um na busca de melhoria por entender os seus processos internos, suas dificuldades e desafios quando o assunto é a saúde mental.
Cesar de Almeida Braga – Psicólogo – CRP 06/54.552
Instagram - @cesarbraga.psi
Meu perfil na terapia: https://www.terappia.com.br/psi/cesar-de-almeida-braga
Quem sou eu?

Julia Vedovatto Orlando
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06/230791
Atendimento:
Online
Prazer, sou Julia.
Trabalho direcionada com adolescentes, adultos e idosos, nos formatos presencial, em Bauru, e on-line.
A terapia pode ser um espaço para compreender melhor a si mesmo, perceber padrões e construir novas formas de lidar com aquilo que faz parte da sua vida. Parte do nosso trabalho juntos é compreender suas necessidades e, a partir delas, construir um plano terapêutico que faça sentido para você.
Uso a ACT como base: uma abordagem comportamental, que não busca eliminar o que você sente, mas ampliar sua capacidade de lidar com isso sem que pensamentos e emoções ditem suas escolhas.
Meu trabalho é diretivo e comprometido com um processo que faça sentido na prática, porque a terapia precisa fazer sentido também fora do consultório, com foco no desenvolvimento da sua autonomia.
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