
Já te julgaram como “sensível demais”?
Muitas mulheres passam pela experiência de terem suas emoções e percepções invalidadas e taxadas como “dramáticas”, “exageradas” ou “intensas demais”. Mas por que, para tantas pessoas, sentir se tornou sinônimo de fraqueza?
Os sentimentos podem carregar peso, dor, lutos e marcas de experiências difíceis. Podem nos mobilizar a tal ponto que, por vezes, não nos vemos capazes de seguir com a própria vida. Podem nos fazer sentir “reféns” daquilo que acontece dentro de nós.
Mas sentir também pode ser uma forma de escutar a si mesma.
Nossas emoções podem sinalizar necessidades, revelar limites, apontar desejos e indicar caminhos em direção a uma vida mais autêntica e com mais sentido.
Talvez, ao explorar esse mar de emoções e permitir-se sentir, inclusive aquilo que parece “demais”, seja possível descobrir que sensibilidade não é necessariamente fragilidade.
Em um ambiente propício e seguro, como o da psicoterapia, aquilo que antes parecia confuso, intenso ou impossível de suportar pode, aos poucos, ganhar significado.
Você não precisa deixar de sentir para aprender a lidar com o que sente.
Talvez o caminho seja justamente aprender a escutar o que suas emoções têm a dizer.
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