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Será que tenho TDAH?

Quando a dificuldade de começar, terminar ou se organizar começa a fazer você questionar quem é.

8 de ago. de 2026

Andre Motta da Silva

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Psicoeducação

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Você começa uma tarefa, se distrai, lembra de outra coisa, abre o celular por alguns minutos e, quando percebe, passou uma hora. Depois vem a culpa. Você sabe que precisava fazer aquilo. Queria fazer. Mas simplesmente não conseguiu.

 

Você parece saber exatamente o que precisa fazer, e ainda assim não começa, deixa tudo pra última hora, acaba procrastinando, esquece coisas importantes, perde objetos pessoais, e ainda sim, tem seus períodos de hiperfoco, e sente que sua mente nunca desacelera, e até começa projetos com entusiasmo, apenas para abandona-los depois.

 

Será que tenho TDAH?” muitas vezes não é apenas uma pergunta sobre um transtorno.

Pode ser uma tentativa de encontrar uma explicação para anos de:

“Por que eu não consigo fazer o que todo mundo parece conseguir?”

 

Você pode ter aprendido a se chamar de:

  • preguiçosa;
  • irresponsável;
  • desorganizada;
  • incompetente;
  • sem força de vontade;
  • “potencial desperdiçado”.

 

Talvez o mais doloroso não seja esquecer compromissos, procrastinar ou não conseguir terminar aquilo que começou. Talvez seja o significado que você passou a dar a essas coisas.

 

“Eu sou preguiçoso.”

“Eu nunca termino nada.”

“Não posso confiar em mim.”

“Todo mundo consegue, menos eu.”

 

Quantas dessas frases descrevem quem você é e quantas nasceram da forma como você aprendeu a interpretar suas próprias dificuldades?

"Você olha para alguém que consegue estudar, trabalhar, manter a casa organizada, responder mensagens, cuidar das próprias coisas e ainda ter energia para viver. E começa a pensar: ‘por que para mim parece tão difícil?"

Mas existe uma questão importante:

Você está comparando a sua experiência interna com aquilo que consegue enxergar da experiência externa de outra pessoa.

Talvez ninguém tenha recebido exatamente o mesmo “manual”.

E mesmo quando existe TDAH, isso não significa que todas as dificuldades da pessoa tenham uma única explicação.

 

 

Encontrar uma explicação pode ser libertador. Mas uma explicação não precisa se transformar em uma nova prisão.

O diagnóstico, quando existe, pode ajudar a compreender padrões e buscar formas mais adequadas de lidar com eles.

Mas:

você continua sendo muito mais do que qualquer diagnóstico.

E alguém também pode se identificar com experiências associadas ao TDAH sem necessariamente ter TDAH.

 

Então final, será que tenho TDAH?

 

Talvez você tenha chegado aqui procurando uma resposta.

Talvez exista TDAH. Talvez exista outra explicação. Talvez existam várias coisas acontecendo ao mesmo tempo.

Mas antes de descobrir um nome para aquilo que você vive, talvez exista uma pergunta igualmente importante:

como você aprendeu a enxergar a si mesmo por causa dessas dificuldades?

 

Talvez a terapia não precise começar tentando descobrir imediatamente “o que há de errado comigo”.

Talvez possa começar tentando compreender como você chegou até aqui.

Porque compreender a própria história pode ser tão importante quanto encontrar um nome para aquilo que você sente.

 

Talvez você não precise passar o resto da vida tentando ser uma pessoa que funciona como todo mundo. Talvez o primeiro passo seja descobrir como você funciona, e construir uma vida que também possa funcionar para você.

 

 

Elize Motta da Silva
Psicóloga | CRP 12/30279

📷 Instagram: @elize.psi
💬 WhatsApp: (48) 99145-7394
🌐 Terappia: https://www.terappia.com.br/psi/andre-motta-da-silva

 

 

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Julia da Costa Neves

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Você merece se sentir bem consigo mesmo, compreender suas emoções e viver relações mais saudáveis.

E ás vezes, a ansiedade, as inseguranças e as dificuldades nos relacionamentos tornam a rotina mais pesada do que gostaríamos. Em meio a tantos sentimentos e cobranças, pode ser difícil entender o que está acontecendo e encontrar novas formas de lidar com tudo isso. Você não precisa enfrentar esse processo sozinho.

Sou Júlia Neves, psicóloga clínica, especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e pós-graduanda em Neurociência e Comportamento.

Meu trabalho é oferecer um espaço de escuta, acolhimento e desenvolvimento, no qual você possa falar sobre suas experiências sem julgamentos, compreender seus pensamentos e emoções e desenvolver estratégias para lidar com os desafios do dia a dia.

Acredito que a terapia é um processo de autoconhecimento e transformação, que permite construir novas perspectivas, fortalecer sua autonomia e desenvolver uma relação mais saudável consigo mesmo e com o mundo ao seu redor.

Dar o primeiro passo pode ser desafiador, mas você não precisa ter todas as respostas para começar. A terapia pode ser o início de uma nova forma de olhar para si e para a sua história.

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 60,00

/

50 minutos

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