
Atendo online pelo Google Meet, porque acredito que o vínculo não depende do sofá, mas da presença, da escuta e da ética. O setting se sustenta mesmo à distância. Antes de qualquer coisa, eu gosto de conversar. Alinhar expectativas, entender o momento de vida, escutar o que te trouxe até aqui. Terapia começa antes da técnica.Eu não gosto da ideia de
"fechar contrato" como se fosse um pacote de academia.
O processo é construído, revisado e pensado junto, respeitando o tempo psíquico de cada pessoa.As sessões têm duração de 50 minutos, porque isso não é aleatório. Existe um manejo do tempo que faz parte do trabalho clínico e do cuidado com o processo. Minha abordagem segue o viés da psicanálise, o que significa que não trabalho com respostas prontas, manuais de felicidade ou promessas de cura rápida.
No primeiro encontro, o foco é compreender as demandas. O que dói, o que se repete, o que angustia, o que ainda não conseguiu ser dito com clareza. Eu não faço terapia para
"consertar" pessoas. Trabalho para que o sujeito possa se escutar, se responsabilizar por sua história e encontrar saídas possíveis para o sofrimento. O espaço é de fala, mas também de elaboração. Às vezes dói, às vezes alivia, às vezes confunde. E tudo isso faz parte do processo terapêutico. Não prometo finais felizes, mas ofereço algo mais honesto: um lugar seguro para pensar, sustentar angústias e construir novos sentidos.
Terapia comigo não é sobre se tornar alguém ideal, é sobre se aproximar de quem você já é, sem precisar se violentar para caber.





