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Vício ou virtude?

26 de fev. de 2026

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Autocuidado

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Já percebeu como existem hábitos e atitudes que repetimos e que são um tanto contraditórios?

 

São coisas que em muitos momentos nos ajudam a tomar melhores decisões, a lidar com dificuldades que na nossa vida são muito comuns, ou até mesmo nos distrai do peso dos dias.

 

Mas parece que por outro lado, essas repetições nos trazem desconfortos, nos colocam diante certo nível de angústia ou até sofrimento.

 

E aí nos vemos num impasse: Devo parar com esse hábito porque ele me faz mal? Ou devo continuar porque tem coisas que só consigo se eu o repito?

 

Talvez, para poder entender o que fazer com esse hábito, precisamos analisar a ele sem a necessidade de julgar, de atribuir valor.

 

Vamos pensar? Se você decide amanhã parar de vez com esse hábito, o que será que você vai sentir? Como serão os próximos dias? É provável que alguma dificuldade vai ser sentida, talvez mesmo até uma insegurança. A mesma coisa pode acontecer se pensarmos em mantê-lo, muito provavelmente será uma manutenção do próprio desconforto que aquilo lhe causa.

 

Mas sabe, acho que tem algo passando batido nessas duas linhas de pensamento: Qual é a posição que aquele hábito ocupa na sua vida?

Por que que ele precisa existir? Ele pode ser substituído? O que ele torna possível na sua vida é algo que você quer? Que você precisa?

 

Nos questionando sobre essa posição, não vamos achar respostas concretas, mas vamos entender qual o papel que aquele hábito tem na nossa vida e assim entender como podemos encontrar maneiras de nos relacionarmos melhor com ele. Seja isso querer dizer que vamos cessar, que vamos continuar, que vamos diminuir sua frequência, ou aumentar.

 

Não tenha medo de validar aquilo que é seu, se escute, se entenda. isso não garante uma resolução de seus problemas e angústias, mas pode te ajudar a se posicionar melhor diante delas.

 

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