
Você conhece a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)?
Eu vou te falar algo mas tente não pensar nisto, okay? Quando eu falar sobre isto, tente não pensar em todos os detalhes, certo? Pronto?...
29 de mai. de 2024
Giovanna Pereira
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Eu vou te falar algo mas tente não pensar nisto, okay? Quando eu falar sobre isto, tente não pensar em todos os detalhes, certo? Pronto? Vamos lá
Não pense em um bolo de chocolate quentinho saindo do forno, Não pense em um bolo fofinho e que derrete na boca assim que você experimenta, não pense que ele tem também uma deliciosa cobertura de chocolate e um recheio molhado e saboroso, não pense!
Conseguiu? Rsrs eu imagino que não!
É assim quando tentamos fugir e suprimir sentimentos perturbadores
Essa é uma metáfora descrita por S.Hayes criador da Terapia de Aceitação e Compromisso para ilustrar o quanto essas tentativas de fugir dos sentimentos incômodos são falhas e nos levam a mais sofrimento. Por isto, é importante agir não contra o que sentimos, mas considerando que sentimentos existem e podem nos acompanhar e podemos escolher o melhor caminho a partir dos nossos valores. O que podemos mudar é a forma como nos relacionamos com eles, e não a forma desses pensamentos e emoções, isso impacta diretamente em como iremos desenvolver nosso verdadeiro potencial.

Sou Giovanna, psicóloga clínica pós graduanda em Teoria cognitivo-comportamental (PUCRS) e assim funciona mais ou menos a abordagem em que trabalho, não é possível explicar tudo aqui, porém a riqueza da ACT começa no enfrentamento da realidade, aceitando o que tem que ser sentido e vivido, e se comprometendo com mudanças baseadas em seus valores. Isso se chama desenvolver flexibilidade psicológica, e é maravilhoso.
Se quiser abraçar este processo, vamos juntos!
Quem sou eu?

Ivana Machado Schena
CRP:

07/38688
Atendimento:
Presencial, Online
Olá. Me chamo Ivana, sou psicóloga clínica graduada pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) e atual pós-graduanda em Clínica Psicanalítica pela Universidade Franciscana (UFN). Oriento minha escuta através da psicanálise, tendo como ênfase de estudos temas como sexualidade, gênero, feminilidade, educação, luta antimanicomial e arte.
O gosto pela palavra - e o que é possível narrar através dela - aliado à curiosidade genuína em ouvir histórias, sem restrições morais, são os pilares que sustentam minha prática clínica. Ao acompanhar vidas que surgem, renúncias - a dor e o prazer que viver desperta -, o psicólogo/analista aposta no surgimento de um novo sujeito, ato que só é possível dentro de uma relação segura, confortável e de cuidado.
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