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Saúde Mental: Por que a terapia online com o Terappia é essencial para o seu bem-estar

  • Foto do escritor: Lara Meloni | Equipe Terappia
    Lara Meloni | Equipe Terappia
  • 11 de jun. de 2025
  • 5 min de leitura

Atualizado: 31 de jul. de 2025



Você anda se sentindo sobrecarregado no trabalho, discutindo em casa sem motivo aparente ou travando uma batalha diária com o espelho? Esses são sinais claros de que a saúde mental pode estar precisando de atenção. Neste artigo você vai entender o que é saúde mental, conhecer dados alarmantes sobre o cenário brasileiro e descobrir como o Terappia — plataforma de psicologia online — pode facilitar o acesso a terapia online de qualidade, com psicólogos cadastrados no Conselho Federal de Psicologia (CFP).


O que é saúde mental?


Mas afinal de contas o que é a tão falada saúde mental e como plataformas como o Terappia te ajudam?  É o que você vai descobrir neste texto. 

A saúde mental é um componente essencial do bem-estar geral e impacta diretamente na qualidade de vida, relacionamentos e produtividade. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), "a saúde mental é um estado de bem-estar no qual o indivíduo percebe suas próprias habilidades, pode lidar com os desafios do dia a dia, trabalhar de forma produtiva e contribuir para a comunidade".

No entanto, segundo um panorama apresentado pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ), o Brasil se destaca negativamente quando o assunto é saúde mental. O país tem a maior taxa de transtornos de ansiedade do mundo, afetando cerca de 9,3% da população. Além disso, aproximadamente 18 milhões de brasileiros convivem com a depressão, tornando-se o país com a maior incidência da América Latina.

Apesar deste número alarmante, muitas vezes, não têm acesso ao tratamento adequado. 

Um levantamento do Instituto Cactus revela que apenas 5% dos brasileiros fazem terapia. Este baixo número revela a importância das plataformas digitais como o Terappia que democratizam o acesso à saúde mental ao disponibilizar atendimento de qualidade por um valor acessível. 

Em contrapartida, segundo dados apresentados pelo jornal O Globo, 1 a cada 6 brasileiros faz uso de medicamentos psicotrópicos. O problema se agrava quando entendemos que estes medicamentos são adquiridos sem orientação adequada, sem prescrição médica e, muitas vezes, por meios irregulares. Essa prática pode trazer riscos severos à saúde, pois o uso inadequado de psicofármacos pode resultar em efeitos adversos e dependência química.

Diante desses números, torna-se essencial entender quais fatores afetam a saúde mental e quais as ferramentas disponíveis para o maior cuidado do bem-estar emocional.


Principais fatores que afetam a saúde mental

Vários aspectos influenciam a saúde mental, podendo ser eles fatores protetores ou de risco. Entre os principais, destacam-se:

Fatores Biológicos

A genética desempenha um papel fundamental na predisposição para transtornos mentais. Pessoas com histórico familiar de depressão, ansiedade ou esquizofrenia podem ter maior risco de desenvolver essas condições. Além disso, alterações químicas no cérebro, especialmente nos neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, impactam diretamente o estado emocional.

Doenças neurológicas, como Alzheimer, epilepsia e lesões cerebrais traumáticas, também podem comprometer a saúde mental ao afetar funções cognitivas e emocionais. A pesquisa da Fiocruz destaca que o envelhecimento da população exige maior atenção para os transtornos neurodegenerativos.

Fatores Psicológicos

Segundo o Ministério da Saúde, experiências traumáticas, como abuso, negligência ou perda de um ente querido, podem aumentar o risco de transtornos como TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático). O estresse crônico, muitas vezes relacionado ao ambiente de trabalho ou problemas financeiros, pode levar ao burnout e à ansiedade generalizada.

A ausência de habilidades emocionais, como dificuldade em lidar com frustrações, baixa autoestima e pensamentos negativos recorrentes, também pode afetar significativamente o bem-estar mental.

Fatores Sociais

As relações interpessoais desempenham um papel fundamental na saúde mental. Conflitos familiares, isolamento social e dificuldades no trabalho podem aumentar o risco de transtornos emocionais.

Além disso, como bem aponta uma matéria publicada pelo G1 Bem-Estar, o impacto da vida digital também é um fator recente de preocupação.


O uso excessivo de redes sociais está associado ao aumento da ansiedade, depressão e baixa autoestima, especialmente entre jovens.


Por isso, é muito importante pensar em maneiras de proporcionar um uso mais saudável dos meios digitais, transformando por exemplo celulares e computadores em canais de comunicação com psicólogos que podem auxiliar no gerenciamento de emoções.


O encontro deste profissional pode ser efetivado com a ajuda de sites como o Terappia que além de indicar psicólogos registrados no Conselho de Psicologia, também apresenta informações sobre o perfil do psicólogo, especialidades e oferece diferentes idiomas para a consulta.


Sinais de que a saúde mental pode estar comprometida

Identificar os sinais precoces de que a saúde mental está comprometida pode ajudar a buscar ajuda antes que os problemas se agravem. Os principais sinais incluem:

Sintomas Emocionais

Pessoas com a saúde mental afetada podem apresentar mudanças bruscas de humor, irritabilidade, tristeza constante e medo excessivo. Pensamentos negativos persistentes e sensação de desesperança também são sinais de alerta.

Sintomas Físicos

Segundo a OMS, a saúde mental e a saúde física estão interligadas. Insônia, fadiga extrema, dores de cabeça frequentes e problemas digestivos sem explicação médica podem ser indícios de um problema emocional subjacente. Estudos da OMS indicam que os transtornos mentais aumentam o risco de doenças cardiovasculares e imunológicas.

Mudanças no Comportamento

O isolamento social, a perda de interesse em atividades antes prazerosas e o aumento do consumo de álcool ou outras substâncias são sinais preocupantes. Compulsões alimentares e comportamentos autodestrutivos também podem indicar um quadro de saúde mental fragilizada.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou um aumento significativo nos casos de burnout e depressão, especialmente entre trabalhadores. Identificar esses sinais precocemente e buscar ajuda é essencial para evitar o agravamento do quadro.

Por que cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar da saúde física?

Assim como um problema cardíaco ou uma doença crônica exige atenção médica, os transtornos mentais também precisam de acompanhamento profissional. O impacto da saúde mental vai muito além do emocional – ele reflete na produtividade, nos relacionamentos e até na saúde física.

O estresse crônico, por exemplo, está associado ao aumento da pressão arterial, distúrbios do sono e baixa imunidade. Já a ansiedade e a depressão podem gerar sintomas físicos, como dores no corpo, fadiga extrema e dificuldades digestivas.

Os números reforçam essa diferença de atenção entre a saúde mental e a saúde física. Em 2023, os planos de saúde realizaram 1,93 bilhão de procedimentos, sendo 275,3 milhões de consultas médicas (fonte).


Por que nos dispomos a buscar consultas médicas regularmente e, ao mesmo tempo, deixamos de dar a mesma atenção para a saúde mental?

Cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. Os elevados números de casos de ansiedade, depressão e o baixo acesso à terapia demonstram como a saúde mental ainda é negligenciada em comparação com a saúde física. Embora os planos de saúde tenham realizado 275,3 milhões de consultas médicas em 2023, apenas 5,1% da população faz terapia regularmente, enquanto 16,6% depende de medicamentos psiquiátricos. Isso evidencia um desequilíbrio no cuidado com o bem-estar emocional. Buscar apoio profissional, seja com um psicólogo online ou presencialmente, deve ser uma prioridade para garantir equilíbrio e qualidade de vida.



Referências











































































 
 
 

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