
Você diz que é comprometida.
Que precisa dar conta.
Que se não fizer, ninguém faz.
E então você trabalha excessivamente.
Planeja. Controla. Antecipar virou um esporte olímpico na sua vida.
Mas à noite…
o corpo não mente.
A insônia chega.
O pescoço endurece.
As costas pesam como se você estivesse carregando o mundo.
E está.
A preocupação crônica mantém seu foco no futuro o tempo inteiro.
No “e se der errado”.
No “e se eu perder”.
No “e se não for suficiente”.
Enquanto isso, o presente vai ficando distante.
Você começa a se sentir como uma pedra: rígida, pesada, endurecida.
Mas por dentro, está exausta.
Eu sei disso porque observo o corpo com atenção.
Já percebi em mim e nas pessoas que acompanho como o medo do futuro se instala na musculatura, na respiração curta, na dificuldade de relaxar até numa sessão de fisioterapia.
O corpo denuncia o que a mente tenta controlar.
💥 O ponto de virada começa quando você entende uma coisa:
Controle não é força.
É medo tentando evitar dor.
Responsabilidade emocional não é prever tudo.
É sustentar o desconforto de não ter garantias.
Você quer ser forte?
Então aprenda a tolerar a incerteza sem se abandonar.
Você quer segurança?
Construa dentro, não nas tentativas de controlar o amanhã.
✨ A transformação começa quando você troca: “Eu preciso garantir que nada dê errado” por “Eu posso lidar com o que vier.”
Isso é força equilibrada.
Isso é maturidade emocional.
Se essa verdade te incomodou… é porque tocou.
💬 Me escreve “PRESENTE” agora no Whatsapp que eu vou te mostrar o primeiro passo prático para sair do controle excessivo e começar a viver com mais presença e firmeza emocional.
Você não precisa endurecer para ser forte.🍀
Quem sou eu?

Larissa de Sa Santos
CRP:

05/84740
Atendimento:
Online
Você sente que o mundo não é real ou que você não é real? Atendo adultos que vivenciam desrealização e despersonalização — experiências em que o mundo pode parecer estranho, irreal, artificial ou “como um sonho”, "como um filme", ou em que surge a sensação de não se sentir você mesma(o), de estranhar o próprio corpo, o reflexo no espelho ou a própria presença.
Quem passa por isso sabe racionalmente que o mundo é real e que continua sendo a mesma pessoa, mas a experiência subjetiva parece dizer outra coisa. É como viver algo que se sabe verdadeiro, mas que, por algum motivo, deixou de parecer real.
No cotidiano, costumamos dar como certas tanto a realidade do mundo quanto a sensação de sermos nós mesmos. Na desrealização e na despersonalização, essa familiaridade pode se abalar, tornando a experiência confusa, angustiante e, em alguns momentos, assustadora.
Podem surgir perguntas repetidas sobre a realidade, medo de ficar louca/o, dificuldade de sentir-se presente e uma solidão grande, porque os outros dificilmente conseguem compreender esse tipo de vivência.
Na psicoterapia, construiremos juntos um espaço seguro de compreensão e exploração das suas vivências — por exemplo, o que mudou na maneira de perceber a si mesma(o), o corpo, o mundo, as emoções, a interação com os outros e o cotidiano. Mais do que reduzir essa experiência a uma lista de sintomas, o processo terapêutico pode abrir caminhos para uma rearticulação existencial — isto é, para reconstruir referências a partir de sua própria bússola interna, fortalecer a sensação de presença e viver a realidade de forma mais estável e com mais sentido.
Também faço acompanhamento psicológico de adultos que convivem com epilepsia focal, inclusive temporal, e vivenciam desrealização, despersonalização ou outros fenômenos de estranhamento difíceis de descrever.
Minha clínica tem como fundamento a Abordagem Centrada na Pessoa, com contornos fenomenológico-existenciais. Sou graduada em Psicologia pela Universidade Santa Úrsula, possuo especialização em Psicologia Clínica Fenomenológico-Existencial e atualmente estou em formação em Focalização (Focusing).
Fiz parte das equipes do Projeto Conexão Formativa e do Núcleo de Clínica Ampliada Fenomenológica Existencial (NUCAFE), colaborando com a organização e divulgação de cursos, especializações, simpósios e congressos em Abordagem Centrada na Pessoa e Fenomenologia-Existencial. Também integrei a equipe de divulgação da Especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental da Universidade Santa Úrsula. Sou colaboradora do Grupo MãesSemnome, pioneiro de apoio ao luto materno, e da Clínica Social do C-FEN.
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 80,00
/
50 minutos
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