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A dor pode tocar sua história. Ela não precisa escrever o próximo capítulo.

Quem escreve esse capítulo são as escolhas que você faz diante dela.

22 de jul. de 2026

Tamiris Cristina Alvarenga

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Psicoeducação

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Você já percebeu que nem sempre é o desconforto que mais machuca?

 

Às vezes, o que aumenta o sofrimento é a luta constante para que a realidade seja diferente do que ela é.

 

Sentimos tristeza porque algo foi perdido.

Ansiedade porque queremos controlar o futuro.

Raiva porque fomos feridos, injustiçados ou porque percebemos que não temos o controle da situação.

Frustração porque a vida não corresponde às expectativas que criamos.

 

Essas emoções são humanas. Elas não são o problema.

 

O problema começa quando permitimos que elas decidam por nós.

 

Quanto mais tentamos fugir do desconforto, controlar tudo ou eliminar qualquer dor, mais nos afastamos da possibilidade de viver de acordo com aquilo que realmente importa.

 

Viktor Frankl nos lembra que existe um espaço entre o que acontece e a nossa resposta. É nesse espaço que mora a liberdade.

 

Talvez a pergunta mais importante não seja:

 

“Como faço para deixar de sentir isso?”

 

Mas sim:

 

“Quem eu escolho ser, mesmo sentindo isso?”

 

Porque a maturidade não nasce quando a dor desaparece.

 

Ela nasce quando nossas escolhas deixam de ser guiadas apenas pelas emoções e passam a ser guiadas pelos nossos valores.

 

O desconforto faz parte da vida.

A postura diante dele pode transformar a forma como você vive.

 

“A dor bate à porta. O sofrimento decide ficar quando entregamos a ele o comando das nossas escolhas. Você não controla tudo o que sente. Mas pode escolher quem será enquanto sente.”

 

#psicoterapia #psicologia #humanity #terapiaonline

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