
Ser mãe é fazer malabarismo entre trabalho, casa, filhos e ainda tentar dar conta de si mesma. E no meio disso tudo, a culpa aparece como visita frequente. Existe algo importante em aceitar que nenhuma mãe consegue ser perfeita.
Também demoramos para entender que mãe é mais do que mãe: é mulher também, uma pessoa. E talvez uma das partes mais difíceis seja aceitar isso.
Porque, queremos a mãe inteira, como se ela não tivesse desejos, cansaços, sonhos, limites ou vida própria.
Perceber isso liberta um pouco da mãe que imaginamos e liberta um pouco dos filhos, que entendem que também podem ser mais do que os papéis que ocupam. (isso sem abrirmos o diálogo sobre a idealização desses papéis, tão presente em comerciais para as vendas nas datas comemorativas 🎁)
Como podemos construir relações mais honestas?
Conhecer uma mãe também é aprender a enxergá-la como alguém inteiro, não só amá-la pelo que ela oferece, ou odiá-la pelo que ela (não) oferece, mas entender quem ela é.
@fransilva.psi





