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Alma cheia e conta vazia. Conta cheia e alma vazia. Tem outro jeito?

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16 de set. de 2026

Thaina Lima Pinheiro Teixeira

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Autoconhecimento

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Tem mulheres que amam o que fazem e vivem com a sensação de que não é suficiente financeiramente, socialmente, no olhar dos outros. Que escolheram o que faz sentido e pagam um preço por isso que ninguém vê, mas que pesa.

E tem mulheres que ganham bem, que construíram uma carreira sólida, que chegaram onde planejaram chegar, e sentem um vazio que não conseguem nomear. Que olham para o que construíram e se perguntam, em silêncio: é só isso?

Como se nutrir a alma e sustentar a vida material fossem dois caminhos que nunca se encontram.

 

De onde vem essa tensão

 

Essa divisão tem uma história. A gente cresce ouvindo que trabalho é obrigação, não prazer. Que o que você gosta dificilmente vai pagar as contas. Que primeiro você se estabiliza e depois, quem sabe, você se permite.

E vai vivendo no depois. Que nunca chega.

Porque a estabilidade que justificaria a permissão sempre pede mais um pouco. Mais uma promoção, mais uma reserva, mais uma fase superada. E enquanto isso, a alma vai ficando para depois também.

Essa não é só uma questão financeira. É uma questão de crença sobre o que você merece, sobre o que é possível para você, sobre se você tem direito de querer uma vida que faça sentido além da sobrevivência.

 

Não existe uma resposta certa

 

A pergunta não é qual dos dois escolher. É como criar uma vida onde os dois coexistam, mesmo que de forma imperfeita, mesmo que em doses diferentes em cada fase.

Porque equilíbrio não é uma linha reta. É um movimento constante de ajuste que muda conforme você muda, conforme a vida muda, conforme você vai se conhecendo melhor.

Algumas mulheres encontram isso transformando o que nutre a alma em trabalho. Outras separam os dois e encontram no que as nutre o combustível para aguentar o que é obrigação. Outras ainda descobrem que o que julgavam obrigação tinha mais sentido do que percebiam, quando passam a olhar para ele de um ângulo diferente.

Não existe a resposta certa. Existe a sua resposta. E ela leva tempo para aparecer e exige que você se conheça o suficiente para reconhecê-la quando aparecer.

 

O que essa busca realmente é

 

O que eu percebo, tanto na clínica quanto na minha própria trajetória, é que essa busca raramente é só sobre carreira ou dinheiro.

É sobre identidade. Sobre o que você acredita que merece. Sobre a permissão, ou a falta dela, de existir de um jeito que faça sentido para você. Sobre o quanto você ainda está vivendo a partir de crenças que nem são suas, que foram herdadas, absorvidas, internalizadas antes que você tivesse consciência para questioná-las.

Isso tem muito mais camadas do que parece na superfície. E essas camadas precisam ser olhadas com cuidado, com tempo, com um espaço que permita que elas apareçam.

 

Se você está nessa tensão agora, entre o que nutre e o que é necessário, entre a alma e a conta, entre quem você é e quem o mundo espera que você seja, saiba que esse movimento faz parte do processo de se conhecer de verdade.

E que você não precisa atravessar isso sozinha. Me encontre aqui abaixo.

Thainá

Quem sou eu?
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Pauline Carla de Freitas

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Online

Meu compromisso é proporcionar um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos, para que cada pessoa possa se sentir à vontade para compartilhar suas experiências, compreender suas emoções e construir caminhos mais alinhados aos seus valores e objetivos de vida.
Meu trabalho é fundamentado na Análise do Comportamento e na Terapia Analítica Funcional (FAP), abordagens baseadas em evidências científicas que auxiliam no tratamento de diversas demandas emocionais e psicológicas, como ansiedade, depressão, Transtorno do Espectro Autista (TEA), dificuldades nos relacionamentos, entre outras.
Tenho especial interesse e experiência no atendimento de mulheres e de pessoas que desejam compreender e transformar seus padrões relacionais, fortalecendo vínculos mais saudáveis consigo mesmas e com os outros.
Também atuo de forma sensível e comprometida com questões relacionadas aos impactos psicossociais do racismo e da LGBTQIAPN+fobia, reconhecendo como essas experiências podem afetar a saúde mental e a qualidade de vida. Acredito que a terapia pode ser um espaço de acolhimento, fortalecimento e construção de novas possibilidades, respeitando a história, a identidade e a singularidade de cada pessoa.
Ofereço atendimento psicológico online para adultos do Brasil e exterior, além de consultas presenciais em São Bernardo do Campo (SP).

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 80,00

/

50 minutos

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